{"id":1867,"date":"2025-09-05T14:08:23","date_gmt":"2025-09-05T17:08:23","guid":{"rendered":"https:\/\/www.jasaudeanimal.com.br\/blog\/?p=1867"},"modified":"2025-09-05T14:08:24","modified_gmt":"2025-09-05T17:08:24","slug":"uma-abordagem-geral-sobre-mastite-bovina","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.jasaudeanimal.com.br\/blog\/uma-abordagem-geral-sobre-mastite-bovina","title":{"rendered":"UMA ABORDAGEM GERAL SOBRE MASTITE BOVINA"},"content":{"rendered":"\n<p>\u200e<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\"><strong>Mastite: Conceito, Etiologia e Impactos<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>\u200e<\/p>\n\n\n\n<p>Considerada um desafio para a cadeia produtiva do leite, a mastite exige estrat\u00e9gias eficazes de controle e tratamento. A ado\u00e7\u00e3o de boas pr\u00e1ticas de ordenha, protocolos racionais de antibi\u00f3ticos e o aprimoramento dos testes de diagn\u00f3stico s\u00e3o medidas essenciais para minimizar perdas e garantir a qualidade do leite (BARKEMA, 2006).<\/p>\n\n\n\n<p>\u200e<\/p>\n\n\n\n<p>A mastite \u00e9 uma inflama\u00e7\u00e3o da gl\u00e2ndula mam\u00e1ria causada pela resposta imunol\u00f3gica a fim de combater agentes infecciosos invasores, como bact\u00e9rias, fungos, leveduras e algas. Os principais agentes envolvidos s\u00e3o as bact\u00e9rias, dentre elas as esp\u00e9cies mais comuns incluem <em>Staphylococcus aureus<\/em>, <em>Streptococcus agalactiae <\/em>e <em>Escherichia coli <\/em>(RADOSTITS et al., 2007; DOS SANTOS et al., 2017).<\/p>\n\n\n\n<p>\u200e<\/p>\n\n\n\n<p>A doen\u00e7a pode ser classificada como mastite contagiosa ou ambiental, conforme os pat\u00f3genos causadores. A mastite contagiosa \u00e9 caracterizada pela transmiss\u00e3o de microrganismos patog\u00eanicos entre as vacas, principalmente durante a ordenha, por meio das m\u00e3os do ordenhador, equipamentos de ordenha contaminados ou uso de panos coletivos, entre outros materiais. Os principais agentes associados s\u00e3o <em>Staphylococcus aureus <\/em>e <em>Streptococcus agalactiae<\/em>, essas bact\u00e9rias colonizam os ductos da gl\u00e2ndula mam\u00e1ria e podem causar infec\u00e7\u00f5es persistentes e recorrentes. Esse tipo de mastite tende a gerar casos cr\u00f4nicos e de dif\u00edcil tratamento, o que resulta em redu\u00e7\u00e3o significativa da produ\u00e7\u00e3o e qualidade do leite. Como apresenta alto potencial de dissemina\u00e7\u00e3o dentro do rebanho, o controle da mastite contagiosa exige pr\u00e1ticas rigorosas de higiene na ordenha, manuten\u00e7\u00e3o adequada dos equipamentos e implementa\u00e7\u00e3o de medidas de biosseguridade para reduzir a transmiss\u00e3o (RADOSTITS et al., 2007; BARKEMA et al., 2006).<\/p>\n\n\n\n<p>\u200e<\/p>\n\n\n\n<p>A mastite ambiental \u00e9 provocada pela exposi\u00e7\u00e3o da gl\u00e2ndula mam\u00e1ria a microrganismos presentes no ambiente em que os animais vivem, especialmente em locais \u00famidos e mal higienizados, como camas, fezes, solo e \u00e1gua contaminada. Os principais pat\u00f3genos envolvidos s\u00e3o Escherichia coli e <em>Streptococcus uberis<\/em>, que geralmente penetram no canal do teto entre as ordenhas, quando o esf\u00edncter se encontra relaxado. Ao contr\u00e1rio da mastite contagiosa, cuja transmiss\u00e3o ocorre principalmente durante a ordenha, a mastite ambiental est\u00e1 diretamente associada \u00e0s condi\u00e7\u00f5es de manejo, higiene e bem-estar do rebanho. Sua ocorr\u00eancia tende a aumentar em sistemas de produ\u00e7\u00e3o intensivos ou em per\u00edodos chuvosos, quando h\u00e1 maior umidade nas instala\u00e7\u00f5es. A preven\u00e7\u00e3o exige pr\u00e1ticas adequadas de higiene, limpeza das instala\u00e7\u00f5es, al\u00e9m do monitoramento constante da sa\u00fade do \u00fabere, outra pr\u00e1tica bastante efetiva \u00e9 realizar o arra\u00e7oamento das vacas logo ap\u00f3s a ordenha, pois dessa forma evita que as mesmas se deitem no solo contaminado nos primeiros 30 minutos p\u00f3s ordenha, per\u00edodo esse que o esf\u00edncter do teto est\u00e1 aberto e favorece a entrada de pat\u00f3genos no \u00fabere. Ent\u00e3o, todas essas medidas combinadas s\u00e3o fundamentais para reduzir a press\u00e3o de infec\u00e7\u00e3o ambiental e minimizar as perdas produtivas (HALASA et al., 2007; COSER et al., 2012; LOPES et al., 2018).<\/p>\n\n\n\n<p>\u200e<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, a manifesta\u00e7\u00e3o dos casos de mastite pode ser considerada cl\u00ednica, ou seja, com sinais cl\u00ednicos aparentes da doen\u00e7a, podendo apresentar quadros agudos ou superagudos; ou casos subcl\u00ednicos, quando n\u00e3o h\u00e1 altera\u00e7\u00f5es no leite e nem sinais de inflama\u00e7\u00e3o na gl\u00e2ndula mam\u00e1ria, sendo poss\u00edvel identificar a doen\u00e7a somente por meio de testes espec\u00edficos (COSER et al., 2012; LOPES et al., 2018; FONSECA et al., 2020).<\/p>\n\n\n\n<p>\u200e<\/p>\n\n\n\n<p>Nos casos de mastite cl\u00ednica \u00e9 comum observar sinais cl\u00ednicos bastante vis\u00edveis, como, grumos de pus e sangue no leite, edema e sensibilidade do \u00fabere, aumento da temperatura e em casos mais agudos \u00e9 poss\u00edvel observar sinais sist\u00eamicos no animal, como, febre, inapet\u00eancia, apatia, aumento da frequ\u00eancia card\u00edaca e respirat\u00f3ria, e em casos graves pode causar a perda da fun\u00e7\u00e3o do quarto mam\u00e1rio afetado e at\u00e9 mesmo a morte do animal. J\u00e1 a mastite subcl\u00ednica n\u00e3o apresenta nenhum sinal cl\u00ednico vis\u00edvel, pois se trata de uma doen\u00e7a silenciosa e que causa grandes preju\u00edzos a pecu\u00e1ria leiteira. \u00c9 poss\u00edvel observar apenas o aumento do n\u00famero de c\u00e9lulas som\u00e1ticas (c\u00e9lulas de defesa) no leite (BARKEMA, 2006; RADOSTITS et al., 2007; COSER et al., 2012; CALIMAN et al., 2023).<\/p>\n\n\n\n<p>\u200e<\/p>\n\n\n\n<p>Os animais acometidos pela enfermidade t\u00eam uma redu\u00e7\u00e3o significativa na produ\u00e7\u00e3o e na qualidade do leite, e se n\u00e3o forem tratados de maneira adequada, podem desenvolver a forma cr\u00f4nica da doen\u00e7a (CALIMAN et al., 2023). Os impactos econ\u00f4micos da mastite incluem a redu\u00e7\u00e3o da produtividade, custos extras com manejo e perdas decorrentes do descarte de leite contaminado com antimicrobianos (HALASA et al., 2007).<\/p>\n\n\n\n<p>\u200e<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Controle, diagn\u00f3stico e tratamento<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>\u200e<\/p>\n\n\n\n<p>O controle da mastite baseia-se na ado\u00e7\u00e3o de boas pr\u00e1ticas de higiene durante a ordenha das vacas. A utiliza\u00e7\u00e3o de pr\u00e9 e p\u00f3s-dipping na desinfec\u00e7\u00e3o dos tetos, a higieniza\u00e7\u00e3o adequada das m\u00e3os do ordenhador, a desinfec\u00e7\u00e3o de teteiras e outros materiais de uso comum, impedem a dissemina\u00e7\u00e3o da doen\u00e7a no rebanho (COSER et al., 2012).<\/p>\n\n\n\n<p>\u200e<\/p>\n\n\n\n<p>Outro ponto de extrema import\u00e2ncia para a preven\u00e7\u00e3o e controle da mastite \u00e9 a realiza\u00e7\u00e3o da linha de ordenha, para que as vacas positivas para mastite n\u00e3o contaminem as vacas sadias. A sequ\u00eancia correta para ordenhar as vacas deve seguir o seguinte padr\u00e3o: devem ser ordenhadas primeiro as novilhas prim\u00edparas, em seguida as vacas mais jovens, vacas adultas que nunca tiveram mastite, as que j\u00e1 tiveram mastite e se recuperaram da doen\u00e7a e por \u00faltimo as vacas que est\u00e3o com mastite (COSER et al., 2012).<\/p>\n\n\n\n<p>\u200e<\/p>\n\n\n\n<p>O diagn\u00f3stico da mastite cl\u00ednica \u00e9 realizado rotineiramente durante a ordenha, com o uso da caneca telada de fundo preto, que permite a visualiza\u00e7\u00e3o de grumos ou outras altera\u00e7\u00f5es no leite. Al\u00e9m disso, a inspe\u00e7\u00e3o visual e a palpa\u00e7\u00e3o do \u00fabere s\u00e3o essenciais para identificar altera\u00e7\u00f5es como aumento de volume, calor, dor ou \u00e1reas de consist\u00eancia anormal, que podem ser difusas ou localizadas. O diagn\u00f3stico precoce \u00e9 crucial para aumentar as chances de cura e evitar a dissemina\u00e7\u00e3o da infec\u00e7\u00e3o no rebanho.<\/p>\n\n\n\n<p>\u200e<\/p>\n\n\n\n<p>J\u00e1 a mastite subcl\u00ednica, por n\u00e3o apresentar sinais vis\u00edveis, requer a utiliza\u00e7\u00e3o de testes espec\u00edficos. O mais comum \u00e9 o California Mastitis Test (CMT), de f\u00e1cil aplica\u00e7\u00e3o na pr\u00f3pria fazenda, que identifica altera\u00e7\u00f5es na composi\u00e7\u00e3o do leite por meio de uma rea\u00e7\u00e3o visual. Outra ferramenta importante \u00e9 a Contagem de C\u00e9lulas Som\u00e1ticas (CCS), realizada em laborat\u00f3rios especializados, que fornece uma avalia\u00e7\u00e3o quantitativa da sa\u00fade da gl\u00e2ndula mam\u00e1ria. Independentemente do m\u00e9todo utilizado, os testes devem ser aplicados de forma rotineira para o monitoramento efetivo da mastite no rebanho. (FONSECA et al., 2020).<\/p>\n\n\n\n<p>\u200e<\/p>\n\n\n\n<p>A JA Sa\u00fade Animal, possui uma linha bastante ampla e completa de medicamentos para tratamento dos variados tipos de mastite! Em casos moderados a graves, pode ser necess\u00e1rio associar antibi\u00f3ticos e anti-inflamat\u00f3rios injet\u00e1veis ao uso de intramam\u00e1rios, especialmente quando h\u00e1 comprometimento sist\u00eamico do animal ou diante de agentes etiol\u00f3gicos mais agressivos. A escolha do protocolo ideal deve considerar a gravidade do quadro cl\u00ednico do animal e, sempre que poss\u00edvel, o agente etol\u00f3gico envolvido. O acompanhamento veterin\u00e1rio tamb\u00e9m \u00e9 fundamental para garantir um tratamento eficaz e seguro.<\/p>\n\n\n\n<p>\u200e<\/p>\n\n\n\n<p>Os casos de mastite contagiosa causada por <em>Staphylococcus<\/em> aureus s\u00e3o de dif\u00edcil tratamento durante a fase de lacta\u00e7\u00e3o e baixa taxa de cura, pois exigem um tratamento mais longo, acima de 7 dias, com aplica\u00e7\u00f5es locais e parenterais. Como sugest\u00e3o, recomendamos o <strong>Cetofur\u00ae<\/strong>, uma associa\u00e7\u00e3o moderna \u00e0 base de Ceftiofur, um eficaz antimicrobiano a um anti-inflamat\u00f3rio n\u00e3o esteroidal, o Cetoprofeno. A dose recomendada do <strong>Cetofur\u00ae <\/strong>\u00e9 de 20 mL a cada 24 horas, durante 9 dias, pela via intramuscular. Outra op\u00e7\u00e3o de tratamento seria o <strong>Diclotril\u00ae<\/strong>, a base de Enrofloxacina que \u00e9 um antimicrobiano de amplo espectro de a\u00e7\u00e3o e o Diclofenaco de s\u00f3dio que possui a\u00e7\u00e3o anti-inflamat\u00f3ria, analg\u00e9sica e antipir\u00e9tica. A dose recomendada \u00e9 de 15 mL a cada 24 horas, durante 7 dias, pela via intramuscular. Em associa\u00e7\u00e3o a terapia parenteral, recomendamos tamb\u00e9m tratamento local, como op\u00e7\u00e3o, sugerimos o intramam\u00e1rio <strong>Mastite Cl\u00ednica<\/strong> <strong>VL\u00ae<\/strong>, uma potente associa\u00e7\u00e3o de antimicrobiano \u00e0 base de Amoxicilina, Clavulanato de Pot\u00e1ssio e do anti-inflamat\u00f3rio Prednisolona. A recomenda\u00e7\u00e3o de aplica\u00e7\u00e3o \u00e9 de 1 bisnaga ao dia no teto afetado, durante 7 dias.<\/p>\n\n\n\n<p>\u200e<\/p>\n\n\n\n<p>Os animais que n\u00e3o apresentam quadros cl\u00ednicos da doen\u00e7a, \u00e9 aconselh\u00e1vel que seja realizado o tratamento no per\u00edodo de secagem, e como op\u00e7\u00e3o, sugerimos a utiliza\u00e7\u00e3o de uma suspen\u00e7\u00e3o intramam\u00e1ria de antimicrobiano de amplo espectro e de longa a\u00e7\u00e3o, sendo recomendado a aplica\u00e7\u00e3o de 1 bisnaga em cada teto ap\u00f3s a \u00faltima esgota de leite. Associado ao intramam\u00e1rio, recomendamos uma \u00fanica dose de 50 mL de <strong>Benzafort 12 Milh\u00f5es<\/strong>\u00ae, pela via intramuscular. O <strong>Benzafort 12 Milh\u00f5es\u00ae<\/strong>, \u00e9 um antibi\u00f3tico a base de Penicilina G Benzatina, sendo de extralonga a\u00e7\u00e3o e por isso \u00e9 altamente eficaz no tratamento das mastites que n\u00e3o obtiveram cura durante o per\u00edodo de lacta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>\u200e<\/p>\n\n\n\n<p>O tratamento para casos de mastite ambiental causada por <em>Escherichia Coli<\/em>, geralmente s\u00e3o graves e devem ser tratados com urg\u00eancia. Recomendamos a administra\u00e7\u00e3o do <strong>Gentopen 20<\/strong> <strong>Milh\u00f5es\u00ae<\/strong>, que \u00e9 um antimicrobiano a base de Gentamicina e Benzilpenicilina Pot\u00e1ssica, sendo indicado para o tratamento de doen\u00e7as graves e agudas. A dose recomendada \u00e9 de 1 frasco para um animal de 500 Kg a cada 12 horas, durante 5 dias, pela via intravenosa ou intramuscular. Em associa\u00e7\u00e3o, sugerimos a administra\u00e7\u00e3o de um anti-inflamat\u00f3rio a base de Flunixin Meglumine, na dose de 2 mL para cada 45 Kg de peso corp\u00f3reo (2,2 mg\/Kg), uma vez ao dia, pela via intramuscular, durante 3 dias.<\/p>\n\n\n\n<p>\u200e<\/p>\n\n\n\n<p>Para casos menos graves, envolvendo outros agentes bacterianos, sugerimos o <strong>Cetofur\u00ae<\/strong>, 20 mL a cada 24 horas, durante 5 dias, pela via intramuscular, associado ao intramam\u00e1rio <strong>Mastite Cl\u00ednica<\/strong> <strong>VL\u00ae<\/strong>, 1 bisnaga ao dia no teto afetado, durante 5 dias. Outra possibilidade de tratamento, \u00e9 a aplica\u00e7\u00e3o local de intramam\u00e1rios e a administra\u00e7\u00e3o parenteral de um anti-inflamat\u00f3rio.<\/p>\n\n\n\n<p>\u200e<\/p>\n\n\n\n<p>Lembrando que, \u00e9 indispens\u00e1vel a avalia\u00e7\u00e3o de um m\u00e9dico veterin\u00e1rio, para que avalie cada caso de forma individual e prescreva o melhor tratamento.<\/p>\n\n\n\n<p>\u200e<\/p>\n\n\n\n<p>Para mais informa\u00e7\u00f5es, entre em contato conosco!<\/p>\n\n\n\n<p>\u200e<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Texto: Aline M. Carvalho<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>\u200e<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Refer\u00eancias<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>\u200e<\/p>\n\n\n\n<p>1. BARKEMA, H. W., SCHUKKEN, Y. H., ZADOKS, R. N. Invited review: The role of cow, pathogen, and treatment regimen in the therapeutic success of bovine Staphylococcus aureus mastitis. Journal of dairy science, 89(6), 1877-1895. 2006. DOI: 10.3168\/jds.S0022-0302(06)72256-1.<\/p>\n\n\n\n<p>2. CALIMAN M.F.; GASPAROTTO P. H. G; RIBEIRO L. F. Principais impactos da mastita bovina: revis\u00e3o de literatura. Revista GeTeC, v. 12, n. 37, 2023.<\/p>\n\n\n\n<p>3. COSER, S. M., LOPES, M. A., COSTA, G. M. Mastite bovina: controle e preven\u00e7\u00e3o. Boletim T\u00e9cnico do Governo do Brasil, v. 93, p. 1\u201330, 2012.<\/p>\n\n\n\n<p>4. DOS SANTOS, W. B. R., DE OLIVEIRA, N. C., DE LIMA VIEIRA, M., RIBEIRO, J. C., CEZ\u00c1RIO, A. S., CAMARGOS, A. S., VALENTE, T. N. P. MASTITE BOVINA: UMA REVIS\u00c3O. Colloquium Agrariae, vol. 13, n. Especial, Jan\u2013Jun, 2017, p. 301-314. ISSN: 1809-8215. DOI: 10.5747\/ca.2017.v13.nesp.000235.<\/p>\n\n\n\n<p>5. FONSECA M.E.; MOUR\u00c3O A.M.; CHAGAS J.D.; \u00c1VILA L.M.; MARQUES T.L.; DE AZEVEDO BA\u00caTA B.; DE MORAES R.F.; ROIER E.C.; Mastite bovina: revis\u00e3o. Pubvet, v.15, p.162, 2020.<\/p>\n\n\n\n<p>6. HALASA, T., HUIJPS, K., \u00d8STER\u00c5S, O., HOGEVEEN, H. Economic effects of bovine mastitis and mastitis management: A review. Veterinary quarterly, 29(1), 18-31. 2007. DOI: 10.1080\/01652176.2007.9695224.<\/p>\n\n\n\n<p>7. LOPES, B. C.; MANZI, M. P.; LANGONI, H. Etiologia das mastites: pesquisa de microorganismos da classe Mollicutes. Vet. e Zootec., v. 25, n.2, 2018.<\/p>\n\n\n\n<p>8. RADOSTITS, OM, GAY, CC, HINCHCLIFF, KW E CONSTABLE, PD. Veterinary Medicine: A textbook of the diseases of cattle, horses, sheep, pigs and goats. 10. ed. Philadelphia: Elsevier, 2007.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u200e Mastite: Conceito, Etiologia e Impactos \u200e Considerada um desafio para a cadeia produtiva do leite, a mastite exige estrat\u00e9gias eficazes de controle e tratamento. 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