{"id":1876,"date":"2025-11-13T16:34:11","date_gmt":"2025-11-13T19:34:11","guid":{"rendered":"https:\/\/www.jasaudeanimal.com.br\/blog\/?p=1876"},"modified":"2025-11-13T16:47:19","modified_gmt":"2025-11-13T19:47:19","slug":"retencao-de-placenta-em-vacas-leiteiras-causas-impactos-e-estrategias-de-prevencao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.jasaudeanimal.com.br\/blog\/retencao-de-placenta-em-vacas-leiteiras-causas-impactos-e-estrategias-de-prevencao","title":{"rendered":"Reten\u00e7\u00e3o de placenta em vacas leiteiras: causas, impactos e estrat\u00e9gias de preven\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-audio\"><audio controls src=\"https:\/\/www.jasaudeanimal.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/audio-blog-.mp3\"><\/audio><\/figure>\n\n\n\n<p>\u200e<\/p>\n\n\n\n<p>A reten\u00e7\u00e3o de placenta \u00e9 causada por condi\u00e7\u00f5es multifatoriais e impacta diretamente a sa\u00fade uterina da vaca, bem como a produtividade e a efici\u00eancia reprodutiva do rebanho leiteiro. Medidas preventivas integradas combinando manejo periparto adequado, otimiza\u00e7\u00e3o nutricional no per\u00edodo de transi\u00e7\u00e3o, monitoramento ativo e a capacita\u00e7\u00e3o da equipe s\u00e3o essenciais para reduzir a incid\u00eancia e os preju\u00edzos associados a essa enfermidade (PROTO, 2024). <\/p>\n\n\n\n<p>\u200e<\/p>\n\n\n\n<p>A reten\u00e7\u00e3o de placenta \u00e9 definida como a falha na expuls\u00e3o das membranas fetais dentro do per\u00edodo fisiologicamente normal, que varia entre 12 e 24 horas ap\u00f3s o parto. Essa condi\u00e7\u00e3o est\u00e1 relacionada \u00e0 inefici\u00eancia dos mecanismos respons\u00e1veis pela separa\u00e7\u00e3o entre as por\u00e7\u00f5es fetal e materna da placenta. Em condi\u00e7\u00f5es normais, o processo de matura\u00e7\u00e3o placent\u00e1ria leva \u00e0 perda gradual das conex\u00f5es entre as vilosidades cori\u00f4nicas e o endom\u00e9trio, permitindo o descolamento e, posteriormente, a expuls\u00e3o das membranas fetais por meio da contra\u00e7\u00e3o uterina. Quando esse processo \u00e9 interrompido ou incompleto, ocorre a reten\u00e7\u00e3o das membranas no \u00fatero, predispondo a f\u00eamea a infec\u00e7\u00f5es, atraso na involu\u00e7\u00e3o uterina e queda na produ\u00e7\u00e3o de leite (PROTO, 2024).<\/p>\n\n\n\n<p>\u200e<\/p>\n\n\n\n<p>Ap\u00f3s o parto, \u00e9 necess\u00e1rio que ocorra contra\u00e7\u00f5es uterinas a fim de, expulsar a placenta e suas membranas fetais. A libera\u00e7\u00e3o desses anexos \u00e9 fundamental para a involu\u00e7\u00e3o, regenera\u00e7\u00e3o e renova\u00e7\u00e3o do ambiente uterino para que, a vaca volte a fertilidade e possa garantir uma nova prenhez (ORTOLANI, 2009; CAMPOS; SANTOS, 2021). A expuls\u00e3o fisiol\u00f3gica da placenta envolve algumas a\u00e7\u00f5es como, matura\u00e7\u00e3o placent\u00e1ria, adequada vasculariza\u00e7\u00e3o\/exsanguina\u00e7\u00e3o da placenta e contra\u00e7\u00f5es uterinas desencadeadas durante o parto (JOOSTEN et al., 1991).<\/p>\n\n\n\n<p>\u200e<\/p>\n\n\n\n<p>O tempo considerado ideal e fisiol\u00f3gico para a elimina\u00e7\u00e3o dos anexos fetais \u00e9 de at\u00e9 6 horas ap\u00f3s o parto, depois de 24 horas \u00e9 considerado patol\u00f3gico. Em alguns casos, a placenta pode permanecer retida por at\u00e9 sete dias, tornando-se altamente contaminada e sendo liberada ap\u00f3s de fato apresentar estado de putrefa\u00e7\u00e3o; aumentando o risco de complica\u00e7\u00f5es sist\u00eamicas para o animal (GRUNERT et al., 2005; SHELDON et al., 2019).<\/p>\n\n\n\n<p>\u200e<\/p>\n\n\n\n<p>Durante o parto, \u00e9 comum ocorrer contamina\u00e7\u00e3o cruzada por coliformes fecais provenientes do per\u00edneo e por bact\u00e9rias presentes na vagina da vaca. Em condi\u00e7\u00f5es fisiol\u00f3gicas normais, o sistema imunol\u00f3gico do animal consegue eliminar esses microrganismos, evitando o estabelecimento de infec\u00e7\u00f5es. Contudo, vacas com a imunidade comprometida, que passaram por partos dist\u00f3cicos ou apresentaram reten\u00e7\u00e3o de placenta, tornam-se mais suscet\u00edveis \u00e0 coloniza\u00e7\u00e3o bacteriana uterina. Entre as principais esp\u00e9cies envolvidas nas infec\u00e7\u00f5es uterinas destacam-se <em>Escherichia coli<\/em>, <em>Trueperella (Arcanobacterium) pyogenes<\/em>, <em>Fusobacterium necrophorum<\/em> e bact\u00e9rias anaer\u00f3bias dos g\u00eaneros <em>Prevotella<\/em> e <em>Bacteroides<\/em> (SHELDON et al., 2008; SHELDON et al., 2019).<br>A etiologia da reten\u00e7\u00e3o de placenta \u00e9 considerada multifatorial, estando relacionada a partos dist\u00f3cicos, gesta\u00e7\u00f5es gemelares, doen\u00e7as infecciosas, defici\u00eancias nutricionais e minerais, dist\u00farbios imunol\u00f3gicos e casos de abortamento (ORTOLANI, 2009).<\/p>\n\n\n\n<p>\u200e<\/p>\n\n\n\n<p>Clinicamente, as vacas com reten\u00e7\u00e3o de placenta podem apresentar sinais inespec\u00edficos de comprometimento sist\u00eamico, como anorexia, apatia, agalaxia, hipertermia e redu\u00e7\u00e3o dos movimentos ruminais. Tamb\u00e9m s\u00e3o observados atonia uterina, c\u00f3licas e esfor\u00e7os repetidos na tentativa de expuls\u00e3o das membranas ainda retidas. Frequentemente, tamb\u00e9m apresentam descargas vaginais f\u00e9tidas com a presen\u00e7a de anexos fetais em estado de decomposi\u00e7\u00e3o. Se n\u00e3o manejada adequadamente, essa condi\u00e7\u00e3o pode evoluir para metrite puerperal, septicemia, tetania e morte (GRUNERT et al., 2005). \u00c9 importante ressaltar que a remo\u00e7\u00e3o manual da placenta n\u00e3o \u00e9 recomendada, visto que, pode aumentar o risco de infec\u00e7\u00f5es e comprometer a sa\u00fade uterina (FERNANDES et al. 2012).<\/p>\n\n\n\n<p>\u200e<\/p>\n\n\n\n<p>O tratamento da reten\u00e7\u00e3o de placenta em vacas leiteiras visa prevenir complica\u00e7\u00f5es como infec\u00e7\u00f5es uterinas e preju\u00edzos reprodutivos. Pensando nisso a JA Sa\u00fade Animal disponibiliza uma linha completa de solu\u00e7\u00f5es terap\u00eauticas e de suporte que auxiliam na recupera\u00e7\u00e3o, no controle de infec\u00e7\u00f5es e na restaura\u00e7\u00e3o do bem-estar dos animais.<\/p>\n\n\n\n<p>\u200e<\/p>\n\n\n\n<p>A <strong>Lactocina\u00ae<\/strong> \u00e9 uma ocitocina sint\u00e9tica que estimula a contra\u00e7\u00e3o da musculatura uterina, favorecendo a expuls\u00e3o fisiol\u00f3gica da placenta. Seu uso \u00e9 recomendado em at\u00e9 24 horas ap\u00f3s o parto, preferencialmente no per\u00edodo da manh\u00e3, permitindo o monitoramento adequado do animal. A aplica\u00e7\u00e3o deve ser realizada pela via intramuscular, na dose de 3 mL.<\/p>\n\n\n\n<p>\u200e<\/p>\n\n\n\n<p>Para casos em que a reten\u00e7\u00e3o persiste por mais de 24 horas, recomenda-se o uso do <strong>Cioton\u00ae<\/strong>, um an\u00e1logo sint\u00e9tico da prostaglandina F2\u03b1 (cloprostenol s\u00f3dico), que ir\u00e1 auxiliar na elimina\u00e7\u00e3o de res\u00edduos placent\u00e1rios. O <strong>Cioton\u00ae<\/strong> deve ser administrado por via intramuscular, na dose de 2 mL, sendo recomendado uma \u00fanica aplica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>\u200e<\/p>\n\n\n\n<p>Entre as variadas op\u00e7\u00f5es de antimicrobianos para tratar os casos de enfermidades uterinas, destaca-se o <strong>Cetofur\u00ae<\/strong>, um bactericida moderno \u00e0 base de Ceftiofur, associado ao agente anti-inflamat\u00f3rio, o Cetoprofeno. Essa combina\u00e7\u00e3o confere ao produto a\u00e7\u00e3o antibacteriana, anti-inflamat\u00f3ria, analg\u00e9sica e antipir\u00e9tica, promovendo o controle eficaz de infec\u00e7\u00f5es e al\u00edvio da dor e da febre, o que favorece a recupera\u00e7\u00e3o e o bem-estar das vacas no p\u00f3s-parto. Al\u00e9m disso, o produto \u00e9 considerado como descarte zero no leite!<\/p>\n\n\n\n<p>\u200e<\/p>\n\n\n\n<p>Para suporte metab\u00f3lico e reposi\u00e7\u00e3o de nutrientes essenciais, o<strong> Turbo C\u00e1lcio\u00ae<\/strong> \u00e9 uma excelente alternativa. Trata-se de uma solu\u00e7\u00e3o pronta para uso, composta por c\u00e1lcio, f\u00f3sforo, magn\u00e9sio, vitamina B1, sorbitol e metionina, que fornece energia e minerais importantes durante o per\u00edodo p\u00f3s-parto. Sua administra\u00e7\u00e3o contribui para o est\u00edmulo da contra\u00e7\u00e3o uterina, auxiliando na elimina\u00e7\u00e3o das membranas fetais retidas. O produto deve ser aplicado por via intravenosa, com o uso de agulha est\u00e9ril, na dose de 1 mL por kg de peso corporal.<\/p>\n\n\n\n<p>\u200e<\/p>\n\n\n\n<p>A JA Sa\u00fade Animal refor\u00e7a a import\u00e2ncia do acompanhamento veterin\u00e1rio em todas as etapas do tratamento. E para mais informa\u00e7\u00f5es sobre as diversas solu\u00e7\u00f5es de tratamento dispon\u00edveis e recomenda\u00e7\u00f5es de uso, entre em contato conosco.<\/p>\n\n\n\n<p>\u200e<\/p>\n\n\n\n<p><strong>TEXTO: ALINE M. CARVALHO \u2013 M\u00c9DICA VETERIN\u00c1RIA<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>\u200e<\/p>\n\n\n\n<p><strong>REFER\u00caNCIAS<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>ORTOLANI, E. L. <strong>Enfermidades do per\u00edodo de transi\u00e7\u00e3o<\/strong>. Ci\u00eancia Animal Brasileira\/Brazilian Animal Science. 2009.<\/p>\n\n\n\n<p>CAMPOS, C. C.; SANTOS, R. M. DOS. <strong>Doen\u00e7as do p\u00f3s-parto e seus efeitos sobre a efici\u00eancia reprodutiva de vacas leiteiras<\/strong>. Rev Bras Reprod Anim v. 45. n. 4. p.160-167, 2021.<\/p>\n\n\n\n<p>JOOSTEN, I., SANDERS, M. F., HENSEN, E. J. <strong>Involvement of major histocompatibility complex class I compatibility between dam and calf in the aetiology of bovine retained placenta<\/strong>. Animal Genetics, v. 22 n. 6, p.455-463. 1991.<\/p>\n\n\n\n<p>GRUNERT E.; BIRGEL E. H.; VALE W. G. <strong>Patologia e cl\u00ednica da reprodu\u00e7\u00e3o dos animais mam\u00edferos dom\u00e9sticos.<\/strong> 1. Ed. S\u00e3o Paulo: SP, Editora Varela, p. 479-486. 2005.<\/p>\n\n\n\n<p>SHELDON I.M.; CRONIN J.G.; BROMFIELD J.J. <strong>Tolerance and innate immunity shape the development of postpartum uterine disease and the impact of endometritis in dairy cattle<\/strong>. Annual Rev Anim Bioscie, v.15, n.7, p.361-384, 2019.<\/p>\n\n\n\n<p>SHELDON I. M.; WILLIAMS E. J.; MILLER ANA.; NASH DM.; HERATH S. <strong>Uterine diseases in cattle after parturition<\/strong>. Vet Journal, v.176, n.1-3, p.115-121, 2008.<\/p>\n\n\n\n<p>FERNANDES, C. A. D. C., PALH\u00c3O, M. P., RIBEIRO, J. R., VIANA, J. H. M., GIOSO, M. M., FIGUEIREDO, A. C. S., COSTA, D. S. <strong>Associa\u00e7\u00e3o entre oxitetraciclina e cloprostenol no tratamento de vacas leiteiras com reten\u00e7\u00e3o de placenta<\/strong>. Revista Brasileira de Ci\u00eancia Veterin\u00e1ria, v. 19, n. 3, p. 181\u2013186, 2012. Dispon\u00edvel em: https:\/\/periodicos.uff.br\/rbcv\/article\/view\/6907. Acesso em: 20 maio 2025.<\/p>\n\n\n\n<p>PROTO, D. <strong>RETEN\u00c7\u00c3O DE PLACENTA EM BOVINOS DE LEITE<\/strong>: UMA REVIS\u00c3O. REMUNOM, v. 9, n. 1, 2024.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-columns is-layout-flex wp-container-1\"><\/div>\n\n\n\n<p>\u200e<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u200e A reten\u00e7\u00e3o de placenta \u00e9 causada por condi\u00e7\u00f5es multifatoriais e impacta diretamente a sa\u00fade uterina da vaca, bem como a produtividade e a efici\u00eancia reprodutiva do rebanho leiteiro. 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