{"id":1886,"date":"2025-12-04T16:56:37","date_gmt":"2025-12-04T19:56:37","guid":{"rendered":"https:\/\/www.jasaudeanimal.com.br\/blog\/?p=1886"},"modified":"2025-12-04T16:56:38","modified_gmt":"2025-12-04T19:56:38","slug":"influencia-das-enfermidades-puerperais-sobre-o-desempenho-produtivo-das-vacas-leiteiras","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.jasaudeanimal.com.br\/blog\/influencia-das-enfermidades-puerperais-sobre-o-desempenho-produtivo-das-vacas-leiteiras","title":{"rendered":"Influ\u00eancia das enfermidades puerperais sobre o desempenho produtivo das vacas leiteiras"},"content":{"rendered":"\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>A efici\u00eancia do manejo nutricional, reprodutivo e sanit\u00e1rio das vacas leiteiras se faz necess\u00e1rio, uma vez que se pode minimizar as consequ\u00eancias das principais enfermidades decorrentes do per\u00edodo de transi\u00e7\u00e3o, compreendido no intervalo de tr\u00eas semanas antes e tr\u00eas semanas ap\u00f3s o parto. Sendo esse per\u00edodo um dos momentos de maior vulnerabilidade para as f\u00eameas, devido \u00e0s intensas altera\u00e7\u00f5es fisiol\u00f3gicas, metab\u00f3licas e end\u00f3crinas (ORTOLANI, 2009).<\/p>\n\n\n\n<p>\u200e<\/p>\n\n\n\n<p>Durante as fases de pr\u00e9-parto, p\u00f3s-parto, in\u00edcio da lacta\u00e7\u00e3o e retorno \u00e0 ciclicidade, v\u00e1rios horm\u00f4nios t\u00eam suas concentra\u00e7\u00f5es alteradas para desencadear diferentes mecanismos fisiol\u00f3gicos no organismo da f\u00eamea. Mesmo quando fisiol\u00f3gicas, as altera\u00e7\u00f5es que ocorrem no per\u00edodo periparto tornam a vaca mais suscet\u00edvel a infec\u00e7\u00f5es, comprometendo tanto o bem-estar quanto a produtividade do animal (ORTOLANI, 2009; CARVALHO et al., 2019; CAMPOS e SANTOS, 2021).<\/p>\n\n\n\n<p>\u200e<\/p>\n\n\n\n<p>Vacas leiteiras submetidas a sistemas intensivos de produ\u00e7\u00e3o, est\u00e3o mais suscet\u00edveis a desenvolver doen\u00e7as no p\u00f3s-parto, uma vez que a exig\u00eancia produtiva e reprodutiva \u00e9 maior. Al\u00e9m disso, tamb\u00e9m possuem uma maior exig\u00eancia nutricional e hormonal, estando ainda mais propensas ao estresse metab\u00f3lico. No puerp\u00e9rio as vacas enfrentam um aumento significativo na demanda energ\u00e9tica e uma redu\u00e7\u00e3o na ingest\u00e3o de mat\u00e9ria seca, o que pode levar ao balan\u00e7o energ\u00e9tico negativo (BEN). Esse desequil\u00edbrio favorece o aparecimento de enfermidades metab\u00f3licas e reprodutivas (CARVALHO et al., 2019; SHELDON et al., 2019).<\/p>\n\n\n\n<p>\u200e<\/p>\n\n\n\n<p><strong><mark style=\"background-color:rgba(0, 0, 0, 0)\" class=\"has-inline-color has-vivid-green-cyan-color\">PRINCIPAIS ENFERMIDADES PUERPERAIS<\/mark><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>\u200e<\/p>\n\n\n\n<p>As principais patologias que est\u00e3o relacionadas ao per\u00edodo de transi\u00e7\u00e3o s\u00e3o de origem metab\u00f3lica (hipocalcemia; cetose; esteatose hep\u00e1tica e deslocamento de abomaso) e ou reprodutiva (reten\u00e7\u00e3o de placenta e endometrite). A jun\u00e7\u00e3o das enfermidades pode causar a toxemia puerperal (ORTOLANI, 2009; SANTOS et al., 2010; CAMPOS e SANTOS, 2021).<\/p>\n\n\n\n<p>\u200e<\/p>\n\n\n\n<p>Dentre as doen\u00e7as metab\u00f3licas observadas no per\u00edodo de transi\u00e7\u00e3o, destaca-se a hipocalcemia, considerada uma das primeiras enfermidades a se manifestar logo ap\u00f3s o parto. Tamb\u00e9m conhecida como febre do leite, ela \u00e9 comum em vacas de alta produ\u00e7\u00e3o nas primeiras 24 horas ap\u00f3s o parto, sendo resultante da s\u00fabita mobiliza\u00e7\u00e3o de c\u00e1lcio do organismo da vaca para suprir as demandas do colostro e leite. Os principais sinais cl\u00ednicos incluem tremores musculares, fraqueza, atonia ruminal, hipotermia e dec\u00fabito prolongado. Na forma subcl\u00ednica da doen\u00e7a, n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel identificar claramente os sinais, mas h\u00e1 uma redu\u00e7\u00e3o na ingest\u00e3o de mat\u00e9ria seca e queda consider\u00e1vel na produ\u00e7\u00e3o de leite, al\u00e9m disso predisp\u00f5e o animal ao aparecimento de outras doen\u00e7as (GOFF, 2008).<\/p>\n\n\n\n<p>\u200e<\/p>\n\n\n\n<p>A cetose \u00e9 uma das principais enfermidades metab\u00f3licas do in\u00edcio da lacta\u00e7\u00e3o e ocorre devido ao balan\u00e7o energ\u00e9tico negativo, ou seja, a vaca gasta mais energia para produzir leite do que consegue repor pela alimenta\u00e7\u00e3o. Nessa fase, o organismo passa a utilizar a gordura corporal como fonte de energia, o que leva ao ac\u00famulo de corpos cet\u00f4nicos na corrente sangu\u00ednea. Os sinais cl\u00ednicos mais comuns s\u00e3o: apatia, falta de apetite, queda na produ\u00e7\u00e3o de leite e odor caracter\u00edstico de acetona exalado na respira\u00e7\u00e3o. Esse processo de mobiliza\u00e7\u00e3o intensa de gordura tamb\u00e9m est\u00e1 diretamente ligado ao desenvolvimento da esteatose hep\u00e1tica, caracterizada pelo ac\u00famulo de lip\u00eddios nos hepat\u00f3citos, decorrente da intensa mobiliza\u00e7\u00e3o de \u00e1cidos graxos durante o p\u00f3s-parto; com isso, o f\u00edgado acumula gordura em excesso e tem sua fun\u00e7\u00e3o comprometida. Ent\u00e3o, o metabolismo do animal fica ainda mais sobrecarregado, agravando o quadro de cetose e prejudicando a recupera\u00e7\u00e3o do animal. A cetose e a esteatose hep\u00e1tica est\u00e3o interligadas e como consequ\u00eancia, essas enfermidades podem reduzir o desempenho produtivo do animal e aumentar o risco de outros dist\u00farbios, como o deslocamento de abomaso e a reten\u00e7\u00e3o de placenta (RADOSTITS et al., 2010; ORTOLANI, 2009; DELAMURA; FUKUMOTO, 2020).<\/p>\n\n\n\n<p>\u200e<\/p>\n\n\n\n<p>O deslocamento de abomaso \u00e9 frequente em vacas de alta produ\u00e7\u00e3o durante o in\u00edcio da lacta\u00e7\u00e3o e est\u00e1 associado as principais enfermidades decorrentes do p\u00f3s-parto. A baixa ingest\u00e3o de mat\u00e9ria seca provoca \u00e0 atonia abomasal o que gera ac\u00famulo de g\u00e1s, fazendo com que o abomaso se mova da sua posi\u00e7\u00e3o anat\u00f4mica. Clinicamente, \u00e9 poss\u00edvel observar redu\u00e7\u00e3o na produ\u00e7\u00e3o de leite, anorexia, som met\u00e1lico (\u201cping\u201d) caracter\u00edstico ao percutir a \u00e1rea deslocada, dor abdominal, taquicardia e desidrata\u00e7\u00e3o (LEBLANC, 2008).<\/p>\n\n\n\n<p>\u200e<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m das enfermidades metab\u00f3licas, o per\u00edodo do p\u00f3s-parto tamb\u00e9m \u00e9 marcado por altera\u00e7\u00f5es reprodutivas importantes, como por exemplo a reten\u00e7\u00e3o de placenta, que frequentemente ocorre em animais com dist\u00farbios metab\u00f3licos pr\u00e9vios. A reten\u00e7\u00e3o de placenta \u00e9 definida pela n\u00e3o expuls\u00e3o das membranas fetais em at\u00e9 24 horas ap\u00f3s o parto, e frequentemente est\u00e1 associada a partos dist\u00f3cicos e dist\u00farbios metab\u00f3licos, como a hipocalcemia. Os sinais cl\u00ednicos incluem, presen\u00e7a de restos placent\u00e1rios e secre\u00e7\u00e3o f\u00e9tida. Essa condi\u00e7\u00e3o predisp\u00f5e \u00e0 endometrite aguda e cr\u00f4nica (SHELDON et al., 2008; LEBLANC, 2008).<\/p>\n\n\n\n<p>\u200e<\/p>\n\n\n\n<p>A endometrite aguda \u00e9 caracterizada pela infec\u00e7\u00e3o do \u00fatero e suas camadas: endom\u00e9trio (mucosa), miom\u00e9trio (muscular) e perim\u00e9trio (serosa). A doen\u00e7a se manifesta em poucos dias ap\u00f3s o parto, normalmente decorrente da reten\u00e7\u00e3o de placenta e apresenta como caracter\u00edstica o \u00fatero aumentado de volume, com a presen\u00e7a de secre\u00e7\u00e3o f\u00e9tida, vermelho acastanhada e purulenta (SHELDON et al., 2008). A vaca pode apresentar febre, anorexia, apatia e redu\u00e7\u00e3o na produ\u00e7\u00e3o de leite (SHELDON et al., 2019).<\/p>\n\n\n\n<p>\u200e<\/p>\n\n\n\n<p>Quando n\u00e3o resolvida adequadamente, a endometrite aguda pode evoluir para endometrite cr\u00f4nica, comprometendo a involu\u00e7\u00e3o e regenera\u00e7\u00e3o uterina al\u00e9m do retorno a fertilidade. A endometrite \u00e9 uma inflama\u00e7\u00e3o do endom\u00e9trio que se manifesta geralmente 21 dias ap\u00f3s o parto, caracterizada por infec\u00e7\u00e3o e descarga uterina purulenta e f\u00e9tida, por\u00e9m sem sinais sist\u00eamicos marcantes. Essa enfermidade interfere na concep\u00e7\u00e3o e prolonga o intervalo entre partos, comprometendo a efici\u00eancia reprodutiva (SHELDON et al., 2008).<\/p>\n\n\n\n<p>\u200e<\/p>\n\n\n\n<p>\u200eDessa forma, observa-se que as doen\u00e7as metab\u00f3licas e reprodutivas do per\u00edodo de transi\u00e7\u00e3o est\u00e3o inter-relacionadas e geram uma cascata de dist\u00farbios que afetam a sa\u00fade, a fertilidade e a produtividade das vacas leiteiras. \u00c9 fato que, toda resposta inflamat\u00f3ria no organismo provoca efeitos negativos e delet\u00e9rios na retomada aos ciclos reprodutivos. Ent\u00e3o, as enfermidades decorrentes do p\u00f3s-parto causam muitos preju\u00edzos econ\u00f4micos, pois, impactam diretamente nos \u00edndices de produtividade das f\u00eameas bovinas (SHELDON et al., 2008; CAMPOS e SANTOS, 2021).<\/p>\n\n\n\n<p>\u200e<\/p>\n\n\n\n<p><strong><mark style=\"background-color:rgba(0, 0, 0, 0)\" class=\"has-inline-color has-vivid-green-cyan-color\">IMPACTOS PRODUTIVOS E ECON\u00d4MICOS<\/mark><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>\u200e<\/p>\n\n\n\n<p>Os preju\u00edzos associados \u00e0s doen\u00e7as do p\u00f3s-parto v\u00e3o muito al\u00e9m dos custos com tratamento. Elas resultam no descarte prolongado de leite e podem causar uma redu\u00e7\u00e3o permanente na produ\u00e7\u00e3o leiteira (SHELDON et al., 2008). Estudos indicam que at\u00e9 60% das vacas em lacta\u00e7\u00e3o podem desenvolver doen\u00e7as metab\u00f3licas ou infecciosas durante os primeiros 60 dias de lacta\u00e7\u00e3o, per\u00edodo cr\u00edtico para a sa\u00fade e produtividade do animal (EDUCAPOINT, 2021). Por exemplo, vacas que apresentam reten\u00e7\u00e3o de placenta produzem, em m\u00e9dia, 355 kg a menos de leite nos primeiros 60 dias p\u00f3s-parto, o que pode representar perdas significativas para a propriedade (NOBRE et al., 2018).<\/p>\n\n\n\n<p>\u200e<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, enfermidades como a mastite podem resultar em perdas de at\u00e9 450 kg de leite por caso cl\u00ednico, sendo que cerca de 90% desse preju\u00edzo est\u00e1 relacionado \u00e0 redu\u00e7\u00e3o na produ\u00e7\u00e3o e ao descarte do leite (SANTOS, 2012). Dessa forma, compromete a sa\u00fade, o bem-estar, a produtividade e a fertilidade nos rebanhos bovinos. Outrossim, como j\u00e1 citado, o p\u00f3s-parto \u00e9 marcado pelo estresse metab\u00f3lico e infec\u00e7\u00f5es adquiridas, ocorrendo interfer\u00eancia na secre\u00e7\u00e3o e a\u00e7\u00e3o dos horm\u00f4nios ligados ao retorno \u00e0 ciclicidade (SHELDON et al., 2019).<\/p>\n\n\n\n<p>\u200e<\/p>\n\n\n\n<p>O aumento das enfermidades puerperais est\u00e1 diretamente relacionado com a redu\u00e7\u00e3o do escore corporal em vacas leiteiras antes e ap\u00f3s o parto. O aconselh\u00e1vel \u00e9 manter a vaca com o escore corporal (ECC) considerado ideal, ou seja, nem muito gorda e nem muito magra (ECC 3,25), dessa forma \u00e9 poss\u00edvel alcan\u00e7ar bons \u00edndices reprodutivos e produtivos ao longo de toda a lacta\u00e7\u00e3o. Durante a fase de transi\u00e7\u00e3o a vaca tem uma grande demanda energ\u00e9tica para suprir todos os gastos de energia \u00e0 que est\u00e1 sendo exposta. Quando ocorre um desequil\u00edbrio entre a necessidade e o gasto energ\u00e9tico, ent\u00e3o pode ocorrer um balan\u00e7o energ\u00e9tico negativo (BEN), ocasionando dist\u00farbios de origem metab\u00f3lica (CARVALHO et al., 2019; SHELDON et al., 2019).<\/p>\n\n\n\n<p>\u200e<\/p>\n\n\n\n<p>As doen\u00e7as puerperais representam um dos principais desafios sanit\u00e1rios e econ\u00f4micos da bovinocultura leiteira. A combina\u00e7\u00e3o de fatores nutricionais, metab\u00f3licos e imunol\u00f3gicos tornam as vacas altamente suscet\u00edveis a doen\u00e7as, comprometendo a produ\u00e7\u00e3o e a fertilidade. A implementa\u00e7\u00e3o de manejo nutricional adequado, controle sanit\u00e1rio rigoroso e promo\u00e7\u00e3o do bem-estar animal, \u00e9 essencial para reduzir perdas e garantir a sustentabilidade da atividade leiteira. E pensando nisso, a JA Sa\u00fade Animal apresenta alguns protocolos de tratamento das principais enfermidades decorrentes do p\u00f3s-parto, pensados para auxiliar no dia a dia do produtor.<\/p>\n\n\n\n<p>\u200e<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large is-style-default\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" width=\"576\" height=\"1024\" src=\"https:\/\/www.jasaudeanimal.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/1-576x1024.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-1888\" srcset=\"https:\/\/www.jasaudeanimal.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/1-576x1024.png 576w, https:\/\/www.jasaudeanimal.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/1-169x300.png 169w, https:\/\/www.jasaudeanimal.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/1-34x60.png 34w, https:\/\/www.jasaudeanimal.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/1.png 720w\" sizes=\"(max-width: 576px) 100vw, 576px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" width=\"576\" height=\"1024\" src=\"https:\/\/www.jasaudeanimal.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/2-576x1024.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-1889\" srcset=\"https:\/\/www.jasaudeanimal.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/2-576x1024.png 576w, https:\/\/www.jasaudeanimal.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/2-169x300.png 169w, https:\/\/www.jasaudeanimal.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/2-34x60.png 34w, https:\/\/www.jasaudeanimal.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/2.png 720w\" sizes=\"(max-width: 576px) 100vw, 576px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p>\u3164<\/p>\n\n\n\n<p><strong>TEXTO: ALINE M. CARVALHO \u2013 M\u00c9DICA VETERIN\u00c1RIA<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>\u3164<\/p>\n\n\n\n<p><strong>REFER\u00caNCIAS<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>CAMPOS, C. C.; SANTOS, R. M. DOS. <strong>Doen\u00e7as do p\u00f3s-parto e seus efeitos sobre a efici\u00eancia reprodutiva de vacas leiteiras<\/strong>. Rev Bras Reprod Anim v. 45. n. 4. p.160-167, 2021.<\/p>\n\n\n\n<p>CARVALHO M.R.; PE\u00d1AGARICANO F.; SANTOS J. E. P.; DE VRIES T. J.; MCBRIDE B. W. <strong>Long-term effects of postpartum clinical disease on milk production, reproduction, and culling of dairy cows<\/strong>. J Dairy Sci, v.102, n.12, p.11701-11717, 2019.<\/p>\n\n\n\n<p>DELAMURA, B. B.; DE SOUZA, V. J. T.; FUKUMOTO, N. M. <strong>Aspectos cl\u00ednicos, epidemiol\u00f3gicos, diagn\u00f3stico, tratamento e preven\u00e7\u00e3o da cetose em vacas leiteiras<\/strong>:Revis\u00e3o. Pubvet, v. 14, p. 148, 2020.<\/p>\n\n\n\n<p>EDUCAPOINT. <strong>Efeitos de doen\u00e7as cl\u00ednicas p\u00f3s-parto em vacas leiteiras<\/strong>. 2021. Dispon\u00edvel em: https:\/\/www.educapoint.com.br\/v2\/blog\/pecuaria-leite\/doenca-clinica-pos-parto-vaca-leiteira. Acesso em: 20 maio 2025.<\/p>\n\n\n\n<p>GOFF, J. P. <strong>The Monitoring, Prevention, And Treatment Of Milk Fever And Subclinical Hypocalcemia In Dairy Cows<\/strong>. The Veterinary Journal, 176, n. 1, p. 50\u201357. 2008.<\/p>\n\n\n\n<p>LEBLANC S. J. <strong>Postpartum uterine disease and dairy herd reproductive performance<\/strong>: a review. The Vet J, v.176, p.102-114, 2008.<\/p>\n\n\n\n<p>NOBRE, C. A. et al. <strong>Reten\u00e7\u00e3o de placenta em bovinos de leite: uma revis\u00e3o<\/strong>. Revista Multidisciplinar do Nordeste Mineiro, v. 9, 2024. Dispon\u00edvel em: https:\/\/www.researchgate.net\/publication\/384624403_RETENCAO_DE_PLACENTA_EM_BOVINOS_DE_LEITE_UMA_REVISAO. Acesso em: 20 maio 2025.<\/p>\n\n\n\n<p>ORTOLANI, E. L. <strong>Enfermidades do per\u00edodo de transi\u00e7\u00e3o<\/strong>. Ci\u00eancia Animal Brasileira\/Brazilian Animal Science. 2009.<\/p>\n\n\n\n<p>RADOSTITS, O. M., GAY, C. C., BLOOD, D. C., HINCHCLIFF, K. W., MCKENZIE, R. A. <strong>Cl\u00ednica Veterin\u00e1ria: um tratado de doen\u00e7as dos bovinos, ovinos, su\u00ednos, caprinos e eq\u00fcinos<\/strong> (Vol. 1). Guanabara Koogan. 2010.<\/p>\n\n\n\n<p>SANTOS, J. E. P., R. S. BISINOTTO, E. S. RIBEIRO, F. S. LIMA, L. F. GRECO, C. R. STAPLES, W. W. THATCHER, M. F. SMITH, M. C. LUCY, AND J. L. PATE. <strong>Applying nutrition and physiology to improve reproduction in dairy cattle<\/strong>. Soc Reprod Fert, v.67, p.387-403, 2010.<\/p>\n\n\n\n<p>SANTOS, M. V. <strong>Impacto econ\u00f4mico da mastite<\/strong> &#8211; Parte 2\/2. MilkPoint, 2012. Dispon\u00edvel em: https:\/\/www.milkpoint.com.br\/colunas\/marco-veiga-dos-santos\/impacto-economico-da-mastite-parte-22-16202\/. Acesso em: 20 maio 2025.<\/p>\n\n\n\n<p>SHELDON I. M.; WILLIAMS E. J.; MILLER ANA.; NASH DM.; HERATH S. <strong>Uterine diseases in cattle after parturition<\/strong>. Vet Journal, v.176, n.1-3, p.115-121, 2008.<\/p>\n\n\n\n<p>SHELDON I.M.; CRONIN J.G.; BROMFIELD J.J. <strong>Tolerance and innate immunity shape the development of postpartum uterine disease and the impact of endometritis in dairy cattle<\/strong>. Annual Rev Anim Bioscie, v.15, n.7, p.361-384, 2019.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A efici\u00eancia do manejo nutricional, reprodutivo e sanit\u00e1rio das vacas leiteiras se faz necess\u00e1rio, uma vez que se pode minimizar as consequ\u00eancias das principais enfermidades decorrentes do per\u00edodo de transi\u00e7\u00e3o, compreendido no intervalo de tr\u00eas semanas antes e tr\u00eas semanas ap\u00f3s o parto. 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