{"id":1902,"date":"2026-01-22T08:17:51","date_gmt":"2026-01-22T11:17:51","guid":{"rendered":"https:\/\/www.jasaudeanimal.com.br\/blog\/?p=1902"},"modified":"2026-01-22T08:17:52","modified_gmt":"2026-01-22T11:17:52","slug":"impacto-economico-da-verminose-subclinica-em-bovinos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.jasaudeanimal.com.br\/blog\/impacto-economico-da-verminose-subclinica-em-bovinos","title":{"rendered":"IMPACTO ECON\u00d4MICO DA VERMINOSE SUBCL\u00cdNICA EM BOVINOS"},"content":{"rendered":"\n<p>As verminoses constituem um dos principais desafios sanit\u00e1rios da bovinocultura, sendo respons\u00e1veis por perdas produtivas expressivas, frequentemente subestimadas em fun\u00e7\u00e3o da elevada ocorr\u00eancia de infec\u00e7\u00f5es subcl\u00ednicas. Nessas situa\u00e7\u00f5es, os animais n\u00e3o apresentam sinais cl\u00ednicos evidentes, como diarreia ou anemia, por\u00e9m sofrem preju\u00edzos importantes no ganho de peso, na efici\u00eancia alimentar e na produ\u00e7\u00e3o de leite, impactando diretamente a rentabilidade dos sistemas produtivos (DELGADO et al., 2009; STOTZER et al., 2014; GRISI et al., 2014; STRYDOM et al., 2023).<\/p>\n\n\n\n<p>\u200e<\/p>\n\n\n\n<p>O Brasil possui um dos maiores rebanhos bovinos do mundo e ocupa posi\u00e7\u00e3o de destaque na produ\u00e7\u00e3o e exporta\u00e7\u00e3o de carne. Apesar da expressiva representatividade econ\u00f4mica da pecu\u00e1ria nacional, parte significativa do potencial produtivo \u00e9 comprometida por enfermidades parasit\u00e1rias, especialmente as verminoses gastrointestinais, que atuam de forma silenciosa e cont\u00ednua sobre os \u00edndices zoot\u00e9cnicos, reduzindo a efici\u00eancia dos sistemas de produ\u00e7\u00e3o a pasto predominantes no pa\u00eds (SAUERESSIG, 2006; GOV.BR, 2024).<\/p>\n\n\n\n<p>\u200e<\/p>\n\n\n\n<p>A verminose subcl\u00ednica \u00e9 causada, principalmente, por nemat\u00f3deos gastrointestinais que colonizam o trato digestivo dos bovinos sem provocar manifesta\u00e7\u00f5es cl\u00ednicas claras, mas que interferem negativamente na digest\u00e3o, na absor\u00e7\u00e3o de nutrientes e no metabolismo energ\u00e9tico. Estudos demonstram que mesmo infec\u00e7\u00f5es leves, quando n\u00e3o controladas, resultam em pior convers\u00e3o alimentar, menor desempenho de crescimento e queda da efici\u00eancia produtiva, gerando perdas econ\u00f4micas cumulativas ao longo do ciclo produtivo (GRISI et al., 2014; STRYDOM et al., 2023).<\/p>\n\n\n\n<p>\u200e<\/p>\n\n\n\n<p>Os helmintos gastrointestinais representam um dos principais desafios sanit\u00e1rios da bovinocultura brasileira, sendo os g\u00eaneros <em>Ostertagia, Haemonchus, Trichostrongylus, Cooperia, Strongyloides Nematodirus, Bunostomum, Trichostrongylus, Oesophagostomum<\/em> e <em>Trichuris<\/em>, respons\u00e1veis por infec\u00e7\u00f5es que acometem diferentes segmentos do trato gastrointestinal, do abomaso ao intestino grosso. Esses parasitos est\u00e3o associados \u00e0 gastroenterite parasit\u00e1ria dos ruminantes, causando les\u00f5es inflamat\u00f3rias, comprometimento da mucosa digestiva e altera\u00e7\u00f5es fisiol\u00f3gicas que afetam diretamente o desempenho produtivo dos animais (SILVA NETTO, 2006; TAYLOR et al., 2010).<\/p>\n\n\n\n<p>\u200e<\/p>\n\n\n\n<p>Nesse contexto, a compreens\u00e3o dos mecanismos patog\u00eanicos envolvidos nas helmintoses \u00e9 fundamental para entender os preju\u00edzos produtivos observados nos rebanhos, especialmente quando os parasitos se instalam no abomaso. A patogenia dos nemat\u00f3deos que parasitam esse compartimento est\u00e1 associada, de forma geral, \u00e0s les\u00f5es inflamat\u00f3rias cr\u00f4nicas da mucosa abomasal provocadas pela fixa\u00e7\u00e3o e pelo desenvolvimento dos parasitos nas gl\u00e2ndulas g\u00e1stricas. Esse processo inflamat\u00f3rio compromete a integridade e a funcionalidade das c\u00e9lulas parietais, resultando em redu\u00e7\u00e3o da secre\u00e7\u00e3o de \u00e1cido clor\u00eddrico e consequente eleva\u00e7\u00e3o do pH abomasal, que pode passar de valores fisiol\u00f3gicos pr\u00f3ximos a 2,5 para n\u00edveis mais elevados. A altera\u00e7\u00e3o do pH prejudica a ativa\u00e7\u00e3o do pepsinog\u00eanio em pepsina, interferindo diretamente na digest\u00e3o de prote\u00ednas. Como consequ\u00eancia, ocorre diminui\u00e7\u00e3o da digestibilidade proteica e da absor\u00e7\u00e3o de nutrientes no intestino delgado, levando \u00e0 hipoproteinemia, perda de peso, queda da efici\u00eancia alimentar e redu\u00e7\u00e3o do desempenho produtivo, mesmo em infec\u00e7\u00f5es subcl\u00ednicas, evidenciando o impacto sanit\u00e1rio e econ\u00f4mico das helmintoses gastrintestinais em bovinos (GENNARI et al., 1991; TAYLOR et al., 2010; BOWMAN, 2010).<\/p>\n\n\n\n<p>\u200e<\/p>\n\n\n\n<p>Dentro desse cen\u00e1rio patol\u00f3gico, destacam-se os nematoides que parasitam o abomaso, um grupo de vermes redondos de elevada relev\u00e2ncia sanit\u00e1ria e produtiva. Entre eles, <em>Ostertagia ostertagi<\/em> \u00e9 considerada o principal agente da gastrite parasit\u00e1ria em bovinos, apresentando elevada patogenicidade mesmo em baixas cargas parasit\u00e1rias. Sua a\u00e7\u00e3o interfere diretamente na secre\u00e7\u00e3o de \u00e1cido clor\u00eddrico, promovendo altera\u00e7\u00f5es do pH abomasal e prejudicando a digest\u00e3o proteica, o que resulta em perda de peso, diarreias e redu\u00e7\u00e3o da efici\u00eancia produtiva. O <em>Haemonchus spp<\/em>., parasito hemat\u00f3fago amplamente distribu\u00eddo em regi\u00f5es tropicais e subtropicais, provoca anemia profusa, edema submandibular e perda de peso, al\u00e9m de apresentar crescente resist\u00eancia a diferentes classes de anti-helm\u00ednticos. Esp\u00e9cies como <em>Trichostrongylus axei<\/em> causam les\u00f5es na mucosa abomasal levando a quadros de gastroenterite, al\u00e9m disso, tamb\u00e9m apresenta altera\u00e7\u00f5es bioqu\u00edmicas, como hipoalbuminemia e eleva\u00e7\u00e3o do pepsinog\u00eanio s\u00e9rico (demonstrando o alto n\u00edvel de comprometimento da mucosa g\u00e1strica) (VIVEIROS, 2009; GENNARI et al., 1991).<\/p>\n\n\n\n<p>\u200e<\/p>\n\n\n\n<p>Entre os principais parasitos que acometem o intestino delgado dos ruminantes destaca-se o g\u00eanero Cooperia spp., um dos mais comuns e prevalentes no Brasil. Os sintomas incluem perda de apetite, redu\u00e7\u00e3o no ganho de peso, atraso no crescimento e, em infec\u00e7\u00f5es mais intensas, diarreia profusa. O <em>Strongyloides papillosus<\/em> pode infectar os animais por via oral, transmam\u00e1ria ou pela via cut\u00e2nea. Esse parasita afeta as vilosidades intestinais, causando diarreia, perda de peso e anemia, e em casos de infec\u00e7\u00f5es graves, pode causar a morte s\u00fabita de animais jovens. O <em>Nematodirus spp.<\/em> \u00e9 um nemat\u00f3deo que acomete principalmente o intestino delgado, sendo mais relevante em bezerros e animais jovens. Embora menos prevalente em sistemas tropicais, pode causar enterite, diarreia e redu\u00e7\u00e3o do ganho de peso, especialmente quando h\u00e1 alta contamina\u00e7\u00e3o das pastagens. Sua import\u00e2ncia sanit\u00e1ria est\u00e1 relacionada \u00e0 capacidade de causar preju\u00edzos produtivos precoces, interferindo no desenvolvimento inicial dos animais. O <em>Bunostomum spp.<\/em> \u00e9 um nemat\u00f3deo hemat\u00f3fago que parasita o intestino delgado, destacando-se pela possibilidade de infec\u00e7\u00e3o tanto por via oral quanto pela penetra\u00e7\u00e3o ativa das larvas pela pele. Esse parasito pode causar anemia, diarreia, perda de peso e edema, al\u00e9m de comprometer a convers\u00e3o alimentar, sendo particularmente relevante em sistemas de cria\u00e7\u00e3o a pasto com elevada umidade ambiental. O <em>Trichostrongylus colubriformis,<\/em> parasita o intestino delgado e est\u00e1 associado a quadros de enterite parasit\u00e1ria, caracterizados por les\u00f5es na mucosa intestinal, redu\u00e7\u00e3o da absor\u00e7\u00e3o de nutrientes e queda do desempenho produtivo. Mesmo em infec\u00e7\u00f5es subcl\u00ednicas, esse parasito contribui para perdas econ\u00f4micas importantes, uma vez que compromete o ganho de peso e a efici\u00eancia alimentar dos bovinos (ROSS et al., 1967; DURO, 2010; BOWMAN, 2010; TAYLOR et al., 2010). \u00a0<\/p>\n\n\n\n<p>\u200e<\/p>\n\n\n\n<p>J\u00e1 <em>Oesophagostomum radiatum<\/em> provoca a forma\u00e7\u00e3o de n\u00f3dulos na parede do intestino grosso, desencadeando processos inflamat\u00f3rios intensos. Essas altera\u00e7\u00f5es comprometem o desenvolvimento dos animais, resultam em queda do desempenho produtivo e est\u00e3o associadas \u00e0 ocorr\u00eancia de anemia. O <em>Trichuris spp.<\/em>, conhecido como \u201cverme chicote\u201d, tamb\u00e9m parasita o intestino grosso dos bovinos, fixando-se profundamente \u00e0 mucosa intestinal. Sua presen\u00e7a est\u00e1 associada a processos inflamat\u00f3rios locais, diarreia cr\u00f4nica, perda de peso e atraso no desenvolvimento, sobretudo em animais jovens, podendo comprometer a efici\u00eancia produtiva mesmo em infec\u00e7\u00f5es de baixa intensidade (ROSS et al., 1967; DURO, 2010; BOWMAN, 2010; TAYLOR et al., 2010).<\/p>\n\n\n\n<p>\u200e<\/p>\n\n\n\n<p>De modo geral, os danos causados pelos helmintos incluem les\u00f5es na mucosa digestiva, perda de sangue, redu\u00e7\u00e3o da absor\u00e7\u00e3o de nutrientes e altera\u00e7\u00f5es metab\u00f3licas relevantes. A atrofia das vilosidades intestinais e o aumento da permeabilidade vascular levam \u00e0 hipoproteinemia, anemia e desequil\u00edbrios minerais, comprometendo a sa\u00fade geral, a resposta imunol\u00f3gica e o desempenho produtivo dos bovinos, mesmo na aus\u00eancia de sinais cl\u00ednicos evidentes (DA FONSECA et al., 2023).<\/p>\n\n\n\n<p>\u200e<\/p>\n\n\n\n<p>O diagn\u00f3stico das verminoses baseia-se principalmente em exames coproparasitol\u00f3gicos, como a contagem de ovos por grama de fezes (OPG) e a coprocultura para identifica\u00e7\u00e3o dos g\u00eaneros parasit\u00e1rios, associados \u00e0 avalia\u00e7\u00e3o cl\u00ednica e produtiva dos animais (BIANCHIN et al., 1995; DA FONSECA et al., 2023).<\/p>\n\n\n\n<p>\u200e<\/p>\n\n\n\n<p>Grande parte dessas infec\u00e7\u00f5es ocorre em sistemas de cria\u00e7\u00e3o a pasto, nos quais as pastagens desempenham papel central no ciclo biol\u00f3gico dos parasitos. Durante o per\u00edodo chuvoso, h\u00e1 maior contamina\u00e7\u00e3o ambiental, enquanto no per\u00edodo seco ocorre maior concentra\u00e7\u00e3o dos parasitos nos animais, tornando esse momento estrat\u00e9gico para a ado\u00e7\u00e3o de medidas sanit\u00e1rias que visem reduzir a carga parasit\u00e1ria e minimizar a contamina\u00e7\u00e3o das \u00e1reas de pastejo (SAUERESSIG, 2006).<\/p>\n\n\n\n<p>\u200e<\/p>\n\n\n\n<p>Do ponto de vista econ\u00f4mico, a verminose subcl\u00ednica representa um dos principais custos ocultos da pecu\u00e1ria. Em bovinos de corte, est\u00e1 associada \u00e0 redu\u00e7\u00e3o do ganho m\u00e9dio di\u00e1rio, pior convers\u00e3o alimentar e menor peso ao abate, enquanto na pecu\u00e1ria leiteira resulta em queda da produ\u00e7\u00e3o di\u00e1ria de leite e poss\u00edveis impactos indiretos sobre a efici\u00eancia reprodutiva. Estudos demonstram que animais submetidos a programas adequados de controle parasit\u00e1rio apresentam desempenho superior em compara\u00e7\u00e3o aos n\u00e3o tratados, evidenciando as perdas produtivas associadas \u00e0s infec\u00e7\u00f5es subcl\u00ednicas e refor\u00e7ando a import\u00e2ncia da ado\u00e7\u00e3o de medidas de controle (GRISI et al., 2014; STRYDOM et al., 2023).<\/p>\n\n\n\n<p>\u200e<\/p>\n\n\n\n<p>Diante desse cen\u00e1rio, o controle estrat\u00e9gico das verminoses \u00e9 fundamental e deve envolver o uso criterioso de anti-helm\u00ednticos, o monitoramento epidemiol\u00f3gico e pr\u00e1ticas adequadas de manejo nutricional e de pastagens. Animais bem nutridos apresentam maior resist\u00eancia imunol\u00f3gica, e a vermifuga\u00e7\u00e3o estrat\u00e9gica, especialmente durante o per\u00edodo seco, permite reduzir significativamente a carga parasit\u00e1ria e minimizar a reinfec\u00e7\u00e3o durante a esta\u00e7\u00e3o chuvosa (BIANCHIN et al., 1995; SAUERESSIG, 2006).<\/p>\n\n\n\n<p>\u200e<\/p>\n\n\n\n<p>As avermectinas s\u00e3o amplamente utilizadas no tratamento das verminoses bovinas, especialmente contra nemat\u00f3deos gastrointestinais, em raz\u00e3o de sua efic\u00e1cia comprovada, elevada lipossolubilidade e a\u00e7\u00e3o prolongada, que favorecem maior persist\u00eancia terap\u00eautica e melhor controle das infec\u00e7\u00f5es subcl\u00ednicas (CAMPBELL, 1989; SPINOSA et al., 1996; EMEA, 2004).<\/p>\n\n\n\n<p>\u200e<\/p>\n\n\n\n<p>Considerando a import\u00e2ncia do controle estrat\u00e9gico das verminoses, a <strong>JA Sa\u00fade Animal <\/strong>apresenta op\u00e7\u00f5es desenvolvidas para contribuir com programas de vermifuga\u00e7\u00e3o eficientes tanto em bovinos de corte, como de leite.<\/p>\n\n\n\n<p>\u200e<\/p>\n\n\n\n<p>A <strong>Ivermectina 1%<\/strong> <strong>JA<\/strong> \u00e9 um endectocida pertencente \u00e0 classe das avermectinas, que combate endo e ectoparasitas. Uma das principais caracter\u00edsticas da <strong>Ivermectina 1%<\/strong> <strong>JA<\/strong>, \u00e9 quea sua formula\u00e7\u00e3o \u00e9 corrigida a 100% de B1a (fra\u00e7\u00e3o antiparasit\u00e1ria da ivermectina), proporcionando uma maior efic\u00e1cia, al\u00e9m da seguran\u00e7a na aplica\u00e7\u00e3o de animais jovens e adultos. A dosagem recomendada \u00e9 de 1 mL para cada 50 Kg de peso corp\u00f3reo, administrado pela <strong>via subcut\u00e2nea<\/strong>.\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p>\u200e<\/p>\n\n\n\n<p>A <strong>Longamectina\u00ae Premium 3,5% JA Sa\u00fade Animal<\/strong> \u00e9 uma solu\u00e7\u00e3o endectocida \u00e0 base de Ivermectina 3,5%, formulada especificamente para o tratamento e controle de parasitos internos e externos em bovinos. Sua formula\u00e7\u00e3o possui elevada concentra\u00e7\u00e3o e a\u00e7\u00e3o prolongada, favorecendo uma atua\u00e7\u00e3o ampla sobre nemat\u00f3deos gastrointestinais (como <em>Haemonchus placei<\/em> e <em>Trichostrongylus axei<\/em>), bernes (larvas de <em>Dermatobia hominis<\/em>), mi\u00edase (<em>Cochliomyia hominivorax<\/em>) e auxilia no controle de carrapatos, contribuindo para redu\u00e7\u00e3o da carga parasit\u00e1ria em sistemas de produ\u00e7\u00e3o extensiva e intensiva. A administra\u00e7\u00e3o \u00e9 realizada por <strong>via subcut\u00e2nea<\/strong>, com dosagem de 1 mL para cada 50 kg de peso vivo. A elevada lipossolubilidade t\u00edpica da ivermectina garante distribui\u00e7\u00e3o eficaz nos tecidos-alvo, promovendo persist\u00eancia terap\u00eautica prolongada e contribuindo para a melhoria dos par\u00e2metros produtivos nos bovinos.<\/p>\n\n\n\n<p>\u200e<\/p>\n\n\n\n<p>O <strong>Eprigold<\/strong> \u00e9 a base de Eprinomectina, um antiparasit\u00e1rio pertencente ao grupo das <em>lactonas macroc\u00edclicas<\/em>, desenvolvido para o controle de parasitos internos e externos em bovinos. A formula\u00e7\u00e3o <strong><em>pour-on<\/em><\/strong> proporciona aplica\u00e7\u00e3o pr\u00e1tica e de baixo estresse para os animais, sendo especialmente indicada para vacas em lacta\u00e7\u00e3o e bovinos confinados, j\u00e1 que possui como principal vantagem ser <strong>descarte zero<\/strong>. Possui amplo espectro de a\u00e7\u00e3o contra verminoses gastrointestinais (como <em>Trichostrongylus axei<\/em>, <em>Haemonchus placei<\/em> e <em>Cooperia punctata<\/em>), mosca dos chifres (<em>Haematobia irritans<\/em>) e bernes (<em>Dermatobia hominis<\/em>). <strong>A aplica\u00e7\u00e3o t\u00f3pica ao longo da linha dorsal<\/strong>, na dose de 10 mL para cada 100 kg de peso vivo (equivalente a 600 \u00b5g de eprinomectina por kg), garante efic\u00e1cia contra uma ampla gama de endoparasitos e ectoparasitos, al\u00e9m de facilitar o manejo sanit\u00e1rio, especialmente em rebanhos leiteiros, onde m\u00e9todos menos invasivos s\u00e3o desej\u00e1veis. O perfil de seguran\u00e7a e a facilidade de uso tornam o Eprigold uma op\u00e7\u00e3o estrat\u00e9gica para programas de controle parasit\u00e1rio integrados, contribuindo para o bem-estar animal e a otimiza\u00e7\u00e3o da produtividade.<\/p>\n\n\n\n<p>\u200e<\/p>\n\n\n\n<p>O <strong>Doragold<\/strong> \u00e9 um endectocida a base de Doramectina 1%, tamb\u00e9m pertencente a classe das avermectinas, caracterizado pela elevada atividade antiparasit\u00e1ria e amplo espectro de a\u00e7\u00e3o. Atua de forma eficaz no controle de nemat\u00f3deos gastrointestinais e ectoparasitos de import\u00e2ncia econ\u00f4mica em bovinos, contribuindo para a redu\u00e7\u00e3o da carga parasit\u00e1ria e para a melhoria do desempenho produtivo. Sua formula\u00e7\u00e3o favorece a distribui\u00e7\u00e3o sist\u00eamica do princ\u00edpio ativo, proporcionando persist\u00eancia terap\u00eautica e auxiliando no controle das infec\u00e7\u00f5es parasit\u00e1rias subcl\u00ednicas quando integrado a programas sanit\u00e1rios racionais. Al\u00e9m disso, o <strong>Doragold<\/strong> \u00e9 seguro para utiliza\u00e7\u00e3o em bezerros rec\u00e9m-nascidos. A dose recomendada para bovinos \u00e9 de 200 mcg\/Kg de peso, aplicado por <strong>via subcut\u00e2nea<\/strong>, sendo 1 mL para cada 50 Kg de peso corp\u00f3reo.<\/p>\n\n\n\n<p>\u200e<\/p>\n\n\n\n<p>O <strong>Frigoboi Facilite\u00ae<\/strong> \u00e9 um endectocida \u00e0 base deabamectina 0,5 g\/100 mL, pertencente \u00e0 classe das avermectinas, indicado para o controle de parasitos internos e externos em bovinos. <strong>Sua formula\u00e7\u00e3o <em>pour-on<\/em><\/strong> foi desenvolvida para facilitar o manejo sanit\u00e1rio no campo, proporcionando praticidade na aplica\u00e7\u00e3o e efic\u00e1cia no controle de nemat\u00f3deos gastrointestinais, al\u00e9m de ectoparasitos de import\u00e2ncia econ\u00f4mica, contribuindo para a manuten\u00e7\u00e3o do desempenho produtivo dos animais. Sua formula\u00e7\u00e3o exclusiva favorece r\u00e1pida absor\u00e7\u00e3o, atuando de forma eficaz contra as principais verminoses. Al\u00e9m disso, o <strong>Frigoboi Facilite\u00ae<\/strong> \u00e9 altamente recomendado para utiliza\u00e7\u00e3o nos bovinos na etapa de termina\u00e7\u00e3o (entrada para o confinamento). \u00a0O produto deve ser administrado via <em>pour-on<\/em>, na dosagem de 1 mL para cada 10 Kg de peso corp\u00f3reo, correspondente a 500 \u00b5g\/Kg.<\/p>\n\n\n\n<p>\u200e<\/p>\n\n\n\n<p>O <strong>Frigoboi Produ\u00e7\u00e3o\u00ae<\/strong> tamb\u00e9m \u00e9 um antiparasit\u00e1rio \u00e0 base de abamectina 1 g\/100 mL, e o que diferencia ele do <strong>Frigoboi Facilite\u00ae <\/strong>\u00e9 a concentra\u00e7\u00e3o do ativo, o per\u00edodo de car\u00eancia e a via de administra\u00e7\u00e3o, sendo o <strong>Frigoboi Produ\u00e7\u00e3o\u00ae<\/strong> administrado pela <strong>via subcut\u00e2nea<\/strong>, na dosagem de 1 mL para cada 50 Kg de peso corp\u00f3reo. Ambos os produtos s\u00e3o eficientes no controle dos principais endo e ectoparasitas.<\/p>\n\n\n\n<p>\u200e<\/p>\n\n\n\n<p>O <strong>Albendathor\u00ae 10<\/strong> \u00e9 um anti-helm\u00edntico \u00e0 base de sulf\u00f3xido albendazol, pertencente ao grupo dos benzimidaz\u00f3is, indicado para o controle de nemat\u00f3deos gastrointestinais em bovinos. Atua interferindo no metabolismo energ\u00e9tico dos parasitos, promovendo sua elimina\u00e7\u00e3o e auxiliando na redu\u00e7\u00e3o das perdas produtivas associadas \u00e0s verminoses, sendo uma ferramenta importante na rota\u00e7\u00e3o de princ\u00edpios ativos em programas de controle integrado. Sua principal indica\u00e7\u00e3o \u00e9 para a utiliza\u00e7\u00e3o em bezerros, visto que a <strong>via de administra\u00e7\u00e3o \u00e9 oral<\/strong>. A dose recomendada \u00e9 de 1 mL para cada 20 Kg de peso corp\u00f3reo, o que corresponde a 5 mg de albendazol por Kg de peso vivo.<\/p>\n\n\n\n<p>\u200e<\/p>\n\n\n\n<p>O <strong>Albendathor\u00ae Injet\u00e1vel<\/strong> \u00e9 um anti-helm\u00edntico sist\u00eamico formulado tamb\u00e9m \u00e0 base de sulf\u00f3xido de albendazol. Ele \u00e9 considerado um dos antiparasit\u00e1rios mais eficazes para o controle de parasitos internos em bovinos, pois atua em diferentes fases dos parasitas (adultos, larvas e ovos). Al\u00e9m dos parasitas citados no texto, o <strong>Albendathor\u00ae Injet\u00e1vel<\/strong> tamb\u00e9m atua sobre a <em>Fasc\u00edola hep\u00e1tica<\/em> e a cisticercose. A <strong>via de administra\u00e7\u00e3o injet\u00e1vel<\/strong> favorece a absor\u00e7\u00e3o do princ\u00edpio ativo e contribui para a efic\u00e1cia terap\u00eautica, sendo uma alternativa estrat\u00e9gica em programas de manejo sanit\u00e1rio racional. A dosagem recomendada para eliminar vermes nemat\u00f3deos gastrointestinais e pulmonares, \u00e9 de 1 mL para cada 40 Kg de peso corp\u00f3reo. J\u00e1 para atuar sobre tremat\u00f3deos (<em>Fasciola hep\u00e1tica<\/em>) e cest\u00f3deos (<em>t\u00eanias<\/em> \u2013 cisticercose), a dose recomendada \u00e9 de 2 mL para cada 40 Kg de peso corp\u00f3reo, sendo administrado pela via subcut\u00e2nea.<\/p>\n\n\n\n<p>\u200e<\/p>\n\n\n\n<p>O sulf\u00f3xido de albendazol, princ\u00edpio ativo do <strong>Albendathor\u00ae 10<\/strong> e do <strong>Albendathor\u00ae Injet\u00e1vel<\/strong>, tem como caracter\u00edstica peculiar a absor\u00e7\u00e3o imediata que resulta em alto pico plasm\u00e1tico com alt\u00edssima efic\u00e1cia, e elimina\u00e7\u00e3o r\u00e1pida que n\u00e3o induz a resist\u00eancia parasit\u00e1ria por sub dose, sendo, portanto, o princ\u00edpio ativo ideal para ser usado em regi\u00f5es onde a resist\u00eancia parasit\u00e1ria \u00e9 maior.<\/p>\n\n\n\n<p>\u200e<\/p>\n\n\n\n<p>O <strong>Proverme Injet\u00e1vel<\/strong> \u00e9 um anti-helm\u00edntico de amplo espectro de a\u00e7\u00e3o a base de levamisol, indicado para o controle dos principais parasitos internos em bovinos. Ele tamb\u00e9m possui a\u00e7\u00e3o imunoestimulante, ou seja, atua como modulador do sistema imunol\u00f3gico. Sua utiliza\u00e7\u00e3o contribui para a redu\u00e7\u00e3o da carga parasit\u00e1ria e melhora do sistema imunol\u00f3gico, auxiliando na preserva\u00e7\u00e3o da sa\u00fade e na manuten\u00e7\u00e3o do desempenho produtivo dos animais. A dose recomendada \u00e9 de 1 mL para cada 40 Kg de peso corp\u00f3reo, administrado pela <strong>via subcut\u00e2nea<\/strong>. Em casos de altas infesta\u00e7\u00f5es, recomenda-se dobrar a dose, ou seja, aplicar 2 mL para cada 40 Kg de peso corp\u00f3reo.<\/p>\n\n\n\n<p>\u200e<\/p>\n\n\n\n<p>Para mais informa\u00e7\u00f5es sobre esses e outros produtos <strong>JA Sa\u00fade Animal<\/strong>, entre em contato com nosso time de t\u00e9cnicos atrav\u00e9s do nosso site:\u00a0<a href=\"https:\/\/www.jasaudeanimal.com.br\/contato\/formulario\">https:\/\/www.jasaudeanimal.com.br\/contato\/formulario<\/a><\/p>\n\n\n\n<p>\u200e<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-right\"><strong>TEXTO: ALINE M. CARVALHO (M\u00c9DICA VETERIN\u00c1RIA)<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>\u200e<\/p>\n\n\n\n<p><strong>REFER\u00caNCIAS<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>BIANCHIN, I.; HONER, M. R.; NUNES, S.; NASCIMENTO, Y. A. do.&nbsp;<strong>The effect of stocking rates and treatment schemes on the weight gain of weaned Nellore steers in the Brazilian savanna<\/strong>. Tropical Animal Health and Production, Edinburgh, v. 27, p. 1-8, 1995.<\/p>\n\n\n\n<p>BOWMAN, D.&nbsp;<strong>Parasitologia Veterin\u00e1ria de Georgis<\/strong>. Elsevier Brasil, 2010. 431p.<\/p>\n\n\n\n<p>CAMPBELL, W. C.&nbsp;<strong>Ivermectin and abamectin<\/strong>. New York: Verlang, 1989. p.89-112.<\/p>\n\n\n\n<p>DA FONSECA, B. L., DE OLIVEIRA, C. A. A., DE OLIVEIRA, G. A., DE MIRANDA MARANH\u00c3O, A. C. P., ALVES, L. L. P., DOS SANTOS GUIMAR\u00c3ES, D., BASTOS, I. V. M.&nbsp;<strong>ESTUDO DA PATOGENIA DAS PRINCIPAIS ENDOPARASITOSES GASTRINTESTINAIS DE BOVINOS: Revis\u00e3o de Literatura<\/strong>. Atualiza\u00e7\u00f5es em cl\u00ednica, reprodu\u00e7\u00e3o e diagn\u00f3stico laboratorial de grandes animais, 98. 2023.<\/p>\n\n\n\n<p>DELGADO, E. F. et al. Endoparasitoses em bovinos: impacto produtivo. Revista Brasileira de Zootecnia, 2009.<\/p>\n\n\n\n<p>DURO, L. S.&nbsp;<strong>Parasitismo gastrointestinal em animais da quinta pedag\u00f3gica dos Olivais. Especial refer\u00eancia aos mam\u00edferos ungulados<\/strong>. Disserta\u00e7\u00e3o de Mestrado Integrado em Medicina Veterin\u00e1ria \u2013 Universidade Tecnica de Lisboa, Faculdade de Medicina Veterin\u00e1ria, Lisboa. 2010.<\/p>\n\n\n\n<p>EMEA. <strong>Committee for medicinal products for veterinary use: ivermectin summary report<\/strong>. Londres, 2004.<\/p>\n\n\n\n<p>GENNARI, S. M.; VIEIRA BRESSAN, M. C. R.; ROGERO, J. R.; MacLean, J. M.; DUNCAN, J. L.&nbsp;<strong>Pathophysiology of Haemonchus placei infection in calves<\/strong>. Veterinary Parasitology, v. 38, p. 163-172, 1991.<\/p>\n\n\n\n<p>GOV.BR. Exporta\u00e7\u00f5es de carne bovina. Bras\u00edlia, 2024.<\/p>\n\n\n\n<p>GRISI, L., LEITE, R. C., MARTINS, J. R. D. S., BARROS, A. T. M. D., ANDREOTTI, R., CAN\u00c7ADO, P. H. D., VILLELA, H. S.&nbsp;<strong>Reassessment of the potential economic impact of cattle parasites in Brazil<\/strong>.&nbsp;Revista Brasileira de Parasitologia Veterin\u00e1ria, v. 23, n. 2, p. 150-156, 2014.<\/p>\n\n\n\n<p>ROSS, J. G.; PURCELL, D. A.; DOW, C.; TODD, J. R. Experimental infections of calves with Trichostrongylus axei; the course and development of infection and lesions in low level infections.&nbsp;<strong>Research in Veterinary Science<\/strong>, v. 8, n. 2, p. 210 \u2013 206, 1967. [resumo]<\/p>\n\n\n\n<p>SAUERESSIG, T. M.&nbsp;<strong>Produ\u00e7\u00e3o de Prote\u00edna Animal de Qualidade com Sustentabilidade: controle racional das parasitoses dos bovinos<\/strong>. Embrapa Cerrados. P. 46. 2006.<\/p>\n\n\n\n<p>SILVA NETTO, F. G. Endoparasitoses dos ruminantes. S\u00e3o Paulo: Roca, 2006.<\/p>\n\n\n\n<p>SPINOSA, H. S.; G\u00d3RNIAK, S. L.; BERNARDI, M. M. <strong>Farmacologia aplicada \u00e0 medicina veterin\u00e1ria<\/strong>. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1996.<\/p>\n\n\n\n<p>STOTZER, E. S., LOPES, L. B., ECKSTEIN, C., DE MORAES, M. C. M. M., RODRIGUES, D. S., BASTIANETTO, E.&nbsp;<strong>Impacto econ\u00f4mico das doen\u00e7as parasit\u00e1rias na pecu\u00e1ria<\/strong>.&nbsp;Revista Brasileira de Higiene e Sanidade Animal, v. 8, n. 3, p. 198-221, 2014.<\/p>\n\n\n\n<p>STRYDOM, T, LAVAN, RP, TORRES, S., HEANEY, K. The economic impact of parasitism from nematodes, trematodes and ticks on beef cattle production. <strong>Animals<\/strong>, v. 13, n. 10, p. 1599, 2023.<\/p>\n\n\n\n<p>TAYLOR, M. A.; COOP, R. L.; WALL, R. L.\u00a0<strong>Parasitologia Veterin\u00e1ria<\/strong>. 3. Ed. Guanabara-Koogan, 2010. 742p.<\/p>\n\n\n\n<p>VIVEIROS, C. T.\u00a0<strong>Parasitoses gastrintestinais em bovinos na ilha de S. Miguel, A\u00e7ores \u2013 Inqu\u00e9ritos de explora\u00e7\u00e3o, resultados laboratoriais e m\u00e9todos de controlo<\/strong>. 2009. 104 f. Disserta\u00e7\u00e3o (Mestrado) \u2013 Universidade T\u00e9cnica de Lisboa \u2013 Faculdade de Medicina Veterin\u00e1ria. 2009.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>As verminoses constituem um dos principais desafios sanit\u00e1rios da bovinocultura, sendo respons\u00e1veis por perdas produtivas expressivas, frequentemente subestimadas em fun\u00e7\u00e3o da elevada ocorr\u00eancia de infec\u00e7\u00f5es subcl\u00ednicas. 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