{"id":234,"date":"2020-10-28T00:00:00","date_gmt":"2020-10-28T03:00:00","guid":{"rendered":""},"modified":"2024-06-04T14:31:12","modified_gmt":"2024-06-04T17:31:12","slug":"o-que-e-adenite-equina-e-qual-seu-tratamento","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.jasaudeanimal.com.br\/blog\/o-que-e-adenite-equina-e-qual-seu-tratamento","title":{"rendered":"O que \u00e9 adenite equina, e qual seu tratamento?"},"content":{"rendered":"<div>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>O que \u00e9 adenite equina, e qual seu tratamento?<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; O Brasil tem o terceiro maior rebanho de equinos do mundo, contando com 5,9 milh\u00f5es de animais, ficando abaixo somente da China (8,2 milh\u00f5es) e do M\u00e9xico (6,2 milh\u00f5es). O setor de equinos \u00e9 respons\u00e1vel por gerar aproximadamente 1,2 milh\u00f5es de postos de trabalhos diretos, sendo uma das atividades mais importantes do ramo do agroneg\u00f3cio, com grande intera\u00e7\u00e3o com o turismo, cultura e lazer. A aptid\u00e3o dos criadores para desenvolver animais de alto valor gen\u00e9tico e zoot\u00e9cnico, justifica o constante crescimento do setor (CNA, 2003).<\/p>\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Nessa esp\u00e9cie as altera\u00e7\u00f5es do aparelho respirat\u00f3rio est\u00e3o na segunda posi\u00e7\u00e3o dentre as doen\u00e7as limitantes dos equinos, atr\u00e1s somente dos dist\u00farbios m\u00fasculo esquel\u00e9ticos (enfermidades do sistema locomotor), gerando grandes perdas econ\u00f4micas. A constata\u00e7\u00e3o r\u00e1pida das altera\u00e7\u00f5es respirat\u00f3rias \u00e9 fundamental para a r\u00e1pida recupera\u00e7\u00e3o e volta dos animais \u00e0s suas atividades (AINSWORTH &amp; BILLER, 2000).&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A adenite equina que tamb\u00e9m \u00e9 chamada de \u201cgarrotilho\u201d \u00e9 uma afec\u00e7\u00e3o bacteriana causada pelo <em>Streptococcus equi, <\/em>subsp\u00e9cie<em> equi, bact\u00e9ria \u03b2 hemol\u00edtica<\/em> que causa altera\u00e7\u00e3o no trato respirat\u00f3rio anterior dos equinos, atingindo animais de todas as idades, com maior predisposi\u00e7\u00e3o em animais jovens (SWEENEY, 1993; TIMONEY et al., 1997). A express\u00e3o garrotilho vem do espanhol <em>garrotillo: <\/em>morte por sufoca\u00e7\u00e3o e foi introduzido ao portugu\u00eas em 1695, referindo-se aos animais afetados e n\u00e3o tratados, que aparentam estar estrangulados devido ao garrote, visto o aumento de volume dos linfonodos retrofar\u00edngeos e submandibulares que tendem a obstruir a faringe (HOUAISS, 2001).<\/p>\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A adenite equina tem por caracter\u00edstica inflama\u00e7\u00e3o e exsuda\u00e7\u00e3o mucopurulenta do trato respirat\u00f3rio superior dos equinos, possuindo distribui\u00e7\u00e3o mundial, sendo respons\u00e1vel por grandes perdas econ\u00f4micas no setor, considerando os custos de tratamento e espor\u00e1dicas mortes (SCHILD, 2001). Seu per\u00edodo de incuba\u00e7\u00e3o \u00e9 de 3 a 14 dias, levando o animal a apresentar febre, apatia, descarga nasal, no in\u00edcio mucoso avan\u00e7ando para mucopurulenta, tosse constante, anorexia, dificuldade de degluti\u00e7\u00e3o e edema mandibular causando dispneia (TIMONEY; MUKHTAR, 1993).&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; De acordo com Sant\u2019ana (2006), os animais acometidos com essa s\u00edndrome, apresentam nas primeiras 48 horas antes dos corrimentos nasais, apatia e anorexia, com s\u00fabito in\u00edcio de estado febril de 41\u00baC. O corrimento nasal passa de seroso a purulento num per\u00edodo de tr\u00eas dias, deixando a colora\u00e7\u00e3o amarelada, al\u00e9m de altera\u00e7\u00e3o nos linfonodos, no qual os submandibulares e retrofar\u00edngeos, apresentam-se edemaciados, com temperatura elevada no local e com sensibilidade ao toque (THOMASSIAN, 2001).&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; O diagn\u00f3stico desta s\u00edndrome \u00e9 cl\u00ednico e para confirma\u00e7\u00e3o pode ser realizado esfrega\u00e7os do exsudato nasal ou pus com o aux\u00edlio de um swab, para o isolamento da bact\u00e9ria (SCHILD, 2001). T\u00e9cnicas de biologia molecular podem ser utilizadas para reconhecimento de <em>Streptococcus spp<\/em>, sendo elas: a rea\u00e7\u00e3o de polimerase em cadeia (PCR), que \u00e9 frequentemente utilizada por ser teste r\u00e1pido, detectando o agente vivo ou morto (HARRINGTON et al., 2002). Outra tamb\u00e9m utilizada \u00e9 a t\u00e9cnica de &nbsp;ELISA (<em>Enzyme Linked Immuno Sorbent Assay<\/em>), podendo ser empregada no diagnostico indireto desta afec\u00e7\u00e3o, constatando a presen\u00e7a de anticorpos (MORAES, 2005).<\/p>\n<p>De acordo com (PRESCOTT; WRIGHT, 2000) o agente etiol\u00f3gico do garrotilho \u00e9 sens\u00edvel \u00e0 diversos antimicrobianos, dentre eles a Penicilina, Sulfametoxazol associado \u00e0 Trimetoprim, Cloranfenicol, Eritromicina, Tetraciclina e Lincomicina, sendo mais indicado o tratamento \u00e0 base de Penicilina (18.000 a 22.000 UI\/kg) ou Sulfametoxazol (20mg\/kg) associado \u00e0 Trimetoprim.<\/p>\n<p>A JA Sa\u00fade Animal sugere os seguintes protocolos de tratamento:<\/p>\n<p><strong>CASOS CL\u00cdNICOS NORMAIS<\/strong><\/p>\n<p><strong>1\u00ba OP\u00c7\u00c3O&nbsp; <\/strong><\/p>\n<p>DICLOPEN<sup>\u00ae<\/sup> Associa\u00e7\u00e3o de Benzilpenicilina G Pot\u00e1ssica Cristalina com Benzilpenicilina G Proca\u00edna, Sulfato de Estreptomicina e Diclofenaco de S\u00f3dio. Associa\u00e7\u00e3o que confere a\u00e7\u00e3o imediata e duradoura por 24 horas, combatendo a infec\u00e7\u00e3o e controlando os sintomas (febre, dor, inapet\u00eancia etc.). A dose recomendada \u00e9 de 1mL\/12,5kg de peso corp\u00f3reo pela via intramuscular, uma vez ao dia durante 3 a 5 dias. No \u00faltimo dia de tratamento se necess\u00e1rio fazer uma aplica\u00e7\u00e3o de BENZAFORT<sup>\u00ae<\/sup> 1mL\/ 10kg de peso corp\u00f3reo por via intramuscular.<\/p>\n<p><strong>2\u00ba OP\u00c7\u00c3O <\/strong><\/p>\n<p>VETSULFA, Sulfametoxazol + Trimetoprim e Diclofenaco de S\u00f3dio, tamb\u00e9m combate a infec\u00e7\u00e3o e controla os sintomas por 24 horas. A dose recomendada \u00e9 de 2mL\/ 15kg de peso corp\u00f3reo pelas vias intravenosa e intramuscular, uma vez ao dia durante 3 a 5 dias. No \u00faltimo dia de tratamento, se necess\u00e1rio, fazer uma aplica\u00e7\u00e3o de BENZAFORT<sup>\u00ae<\/sup> 1mL\/ 10kg de peso corp\u00f3reo por via intramuscular.<\/p>\n<p><strong>CASOS GRAVES E SUPERAGUDOS <\/strong><\/p>\n<p>\u00c9 indicado a aplica\u00e7\u00e3o de 1 frasco de GENTOPEN<sup>\u00ae <\/sup>20 milh\u00f5es de 12 em 12 horas, por via intravenosa, durante 3 a 5 dias, associado \u00e0 uma aplica\u00e7\u00e3o di\u00e1ria de PRADOR<sup>\u00ae<\/sup>, na dose de 1mL\/ 25kg de peso corp\u00f3reo, uma vez ao dia at\u00e9 cessar os sintomas.<\/p>\n<p><strong>CASOS BRANDOS E NA PREVEN\u00c7\u00c3O DE SURTOS<\/strong><\/p>\n<p>Aplicar em toda a tropa BENZAFORT<sup>\u00ae <\/sup>12 MILH\u00d5ES, Benzilpenicilina G Benzatina, antimicrobiano de longa a\u00e7\u00e3o que apresenta pico terap\u00eautico 8 horas ap\u00f3s a aplica\u00e7\u00e3o intramuscular, permanecendo no organismo do animal por at\u00e9 28 dias. A dose recomendada \u00e9 de 1mL\/10kg de peso corp\u00f3reo, pela via intramuscular, com intervalo de aplica\u00e7\u00e3o de 3 a 30 dias, a crit\u00e9rio do M\u00e9dico Veterin\u00e1rio. O BENZAFORT<sup>\u00ae<\/sup>, pelas suas caracter\u00edsticas metafil\u00e1ticas, \u00e9 o produto de elei\u00e7\u00e3o para o controle de surtos, prevenindo a prolifera\u00e7\u00e3o da doen\u00e7a.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Autores: <\/strong><\/p>\n<p>M.V. Guilherme Luiz Gomes da Silva<\/p>\n<p>M\u00e9dico Veterin\u00e1rio &#8211; JA Sa\u00fade Animal<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>M.V. Eduardo de Castro Rezende<\/p>\n<p>M\u00e9dico Veterin\u00e1rio &#8211; JA Sa\u00fade Animal<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Prof. Dr. Jos\u00e9 Abdo Andrade Hellu<\/p>\n<p>M\u00e9dico Veterin\u00e1rio e Fundador da JA Sa\u00fade Animal<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Refer\u00eancias bibliogr\u00e1ficas:<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;AINSWORTH, D.M.; BILLER, D.S. Sistema respirat\u00f3rio. In: reed, s.m.; bayly, w.m. Medicina interna eq\u00fcina. Rio de Janeiro: Guanabara Kooga. p.229-230. 2000.<\/p>\n<p>CNA, 2003. Confedera\u00e7\u00e3o da agricultura e pecu\u00e1ria do Brasil cria comiss\u00e3o para o setor de agroneg\u00f3cio do cavalo. Dispon\u00edvel em: http:\/\/www.cna.org.br\/AgropecuariaAgora\/Agora03\/ag297.htm. Acesso em: 14 set 2020.<\/p>\n<p>HARRINGTON, D.J; SUTCLIFFE, I.C; CHANTER, N. The molecular basis of <em>Streptococcus equi <\/em>infection and disease. <strong>Microbes and Infection, <\/strong>n.4, p. 501-510, 2002.<\/p>\n<p>HOUAISS, A. <strong>Dicion\u00e1rio Houaiss da L\u00edngua portuguesa<\/strong>. Rio de Janeiro: Objetiva, 3008p. 2001.<\/p>\n<p>MORAES, C.M. <em>Caracteriza\u00e7\u00e3o fenot\u00edpica de Streptococcus equi e estimativa da reatividade cruzada de cepas isoladas de eq\u00fcinos da regi\u00e3o sul do Rio Grande do Sul<\/em>. 40f. Disserta\u00e7\u00e3o (Mestrado em Veterin\u00e1ria) &#8211; Faculdade de Veterin\u00e1ria, Universidade Federal de Pelotas, RS. 2005.<\/p>\n<p>PRESCOTT, J.; WRIGHT, B. Strangles in horses. Ontario: Ministry of Agriculture and Food. 2000. Available in: &lt;http:\/\/www.omafra.gov.on.ca\/english\/livestock\/horses\/facts\/03-037.htm&gt;. Acesso em:14 set 2020.<\/p>\n<p>SCHILD, A.L. Infec\u00e7\u00e3o por <em>Streptococcus equi <\/em>(Garrotilho). In: RIET-CORREA, F.; SCHILD, A.L.; M\u00c9NDEZ, M.C.; LEMOS, R.A.A. (Eds.). Doen\u00e7as de ruminantes e equinos. S\u00e3o Paulo:Varela, v.1, p.265-269. 2001.<\/p>\n<p>SWEENEY, C.R. <em>Streptococcus equi<\/em>. In:SMITH, B.P. <em>Tratado de medicina interna de grandes animais. <\/em>S\u00e3o Paulo: Manole, p.531-533. 1993.<\/p>\n<p>THOMASSIAN, A. et al. Avalia\u00e7\u00e3o dos processos de cicatriza\u00e7\u00e3o da fenestra\u00e7\u00e3o do septomedial da bolsa gutural em eq\u00fcinos. <strong>R. Educ. Contin<\/strong>. CRMV-SP, S\u00e3o Paulo, v.4, n.1, p.8-18, 2001.<\/p>\n<p>TIMONEY, J.F.; ARTIUSHIN, S.C. Detection of <em>Streptococcus equi <\/em>in equine nasal swabs and washes by DNA amplification. <em>Veterinay Record, <\/em>v.141, p.446-447, 1997.<\/p>\n<p>TIMONEY, J.F.; MUKHATAR, M.M. The protective M proteins of the equine group <strong><em>C streptococci<\/em><\/strong>. <strong>Veterinary Microbiology<\/strong>, n.37, p.389-395, 1993.<\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Brasil tem o terceiro maior rebanho de equinos do mundo, contando com 5,9 milh\u00f5es de animais, ficando abaixo somente da China (8,2 milh\u00f5es) e do M\u00e9xico (6,2 milh\u00f5es). O setor de equinos \u00e9 respons\u00e1vel por gerar aproximadamente 1,2 milh\u00f5es de postos de trabalhos diretos, sendo uma das atividades mais importantes do ramo do agroneg\u00f3cio, com grande intera\u00e7\u00e3o com o turismo, cultura e lazer. 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