{"id":754,"date":"2022-03-17T08:55:47","date_gmt":"2022-03-17T11:55:47","guid":{"rendered":"https:\/\/www.jasaudeanimal.com.br\/blog\/?p=754"},"modified":"2024-06-04T14:30:19","modified_gmt":"2024-06-04T17:30:19","slug":"verminoses-em-equinos-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.jasaudeanimal.com.br\/blog\/verminoses-em-equinos-2","title":{"rendered":"Verminoses em equinos"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"has-text-align-left\" style=\"text-align: center;\"><em>As verminoses em equinos podem causar diversos problemas, como: fraqueza, perda de peso, pelagem \u00e1spera e quebradi\u00e7a, c\u00f3licas e at\u00e9 mesmo a morte. Nesse contexto, medidas de preven\u00e7\u00e3o e controle s\u00e3o imprescind\u00edveis.<\/em><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"has-text-align-left\"><span style=\"font-size: 20px;\">Introdu\u00e7\u00e3o<\/span><\/h2>\n\n\n\n<p style=\"text-align: justify;\">O rebanho equino brasileiro superou a marca de 5 milh\u00f5es de cabe\u00e7as (CNA, 2021). Para se manter nesta posi\u00e7\u00e3o e atender \u00e0s exig\u00eancias de seus criadores \u00e9 fundamental que estes animais sejam livres de doen\u00e7as. Neste sentido, o entendimento das enfermidades parasit\u00e1rias ganha destaque. Os equinos s\u00e3o suscept\u00edveis tanto aos parasitos externos (ectoparasitos), quanto aos internos (endoparasitos ou vermes). A preval\u00eancia, intensidade e gravidade das verminoses s\u00e3o influenciadas pelo clima, ra\u00e7a, categoria animal, manejo, nutri\u00e7\u00e3o, imunidade e esp\u00e9cies dos helmintos parasitos (MOLENTO, 2005).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Dentre os vermes dos equinos, destacam-se: pequenos estr\u00f4ngilos ou cistostom\u00edneos (s\u00e3o mais de 50 esp\u00e9cies compreendidas em 13 g\u00eaneros); grandes estr\u00f4ngilos (<em>Strongylus vulgaris<\/em>,\u00a0<em>Strongylus edentatus<\/em>,\u00a0<em>Strongylus equinus<\/em>,\u00a0<em>Triodontophorus serratus<\/em>);\u00a0<em>Parascaris equorum<\/em>,\u00a0<em>Oxyuris equi<\/em>; <em>Strongyloides westeri<\/em>; <em>Trichostrongylus axei<\/em>;\u00a0<em>Habronema\u00a0<\/em>spp;\u00a0<em>Anoplocephala\u00a0<\/em>spp e larvas do d\u00edptero <em>Gasterophilus\u00a0<\/em>spp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"has-text-align-left\"><strong>Pequenos estr\u00f4ngilos <\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-left\" style=\"text-align: justify;\">Os pequenos estr\u00f4ngilos tamb\u00e9m s\u00e3o conhecidos como ciatostom\u00edneos e afetam o peristaltismo e a convers\u00e3o alimentar. Estes parasitos habitam o ceco e c\u00f3lon e s\u00e3o respons\u00e1veis pela forma\u00e7\u00e3o de n\u00f3dulos na parede do trato gastrintestinal, a medida em que ocorrem mudan\u00e7as de est\u00e1gios larvais. Vale ressaltar que os pequenos estr\u00f4ngilos s\u00e3o muito prevalentes e compreendem mais de 50 esp\u00e9cies e 13 g\u00eaneros. S\u00e3o exemplos deles:\u00a0<em>Cyathostomum<\/em>\u00a0spp.,\u00a0<em>Cylicostephanus\u00a0<\/em>spp e\u00a0<em>Cylicosephanurus<\/em>\u00a0spp (MARTINS\u00a0et al., 2019).<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"has-text-align-left\"><strong>Grandes estr\u00f4ngilos<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-left\" style=\"text-align: justify;\">Os grandes estrongil\u00eddeos parasitam as regi\u00f5es do ceco e do c\u00f3lon dos animais e alimentam-se de sangue e tecidos (BOWMAN et al., 2006). Al\u00e9m disso, s\u00e3o os parasitos de maior patogenicidade para os equinos, sendo vis\u00edveis a olho nu. Os animais acometidos podem apresentar perda de peso, c\u00f3licas e diarreias (TAYLOR et al., 2007). S\u00e3o grandes estr\u00f4ngilos: <em>Strongylus vulgaris<\/em>, <em>S. equinus<\/em>, <em>S. edentatus <\/em>e<em>Triodontophorus serratus.<\/em><\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"has-text-align-left\"><strong><em>Parascaris equorum<\/em><\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-left\" style=\"text-align: justify;\">O <em>Pascaris equorum<\/em> afeta o intestino delgado de equinos (URQUHART et al., 1998). Morfologicamente \u00e9 um verme bem grande, apresentando de 15 a 30 cm de comprimento. Os danos provocados pelo parasita s\u00e3o mais intensos em potros, uma vez que, esses animais ainda n\u00e3o apresentam resist\u00eancia imunol\u00f3gica adequada para uma resposta suficiente do organismo (LIND et al., 2009). A infec\u00e7\u00e3o por <em>Pascaris equorum<\/em> pode ocorrer tanto com a aus\u00eancia de sinais cl\u00ednicos, quanto com a presen\u00e7a de perda de peso, letargia, tosse, c\u00f3licas, descarga nasal ou at\u00e9 mesmo ocasionar o \u00f3bito do animal (LYONS, 2008). Vale ressaltar que o <em>Pascaris equorum<\/em> \u00e9 respons\u00e1vel pela ocorr\u00eancia de c\u00f3licas tromboemb\u00f3licas, especialmente em potros.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"has-text-align-left\"><em>Oxyuris equi<\/em><\/h2>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-left\" style=\"text-align: justify;\">O <em>Oxyuris equi<\/em> afeta o intestino grosso dos equinos, provocando inflama\u00e7\u00f5es. Al\u00e9m disso, embora parasitos adultos n\u00e3o sejam considerados patog\u00eanicos, ao chegarem no l\u00famen intestinal, as f\u00eameas t\u00eam a capacidade de depositarem ovos na regi\u00e3o perianal dos equinos. Desta forma, os animais s\u00e3o acometidos por prurido intenso e assim, em busca de al\u00edvio, atritam a regi\u00e3o anal, provocando feridas no local (TRANGAY, 2008).<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"has-text-align-left\"><strong><em>Strongyloides westeri<\/em><\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-left\" style=\"text-align: justify;\"><em>Strongyloides westeri<\/em> \u00e9 conhecido por parasitar o intestino delgado, principalmente de potros com pouco tempo de vida. Geralmente os animais adquirem a infec\u00e7\u00e3o pelo leite materno ou atrav\u00e9s da penetra\u00e7\u00e3o da pele. Animais mais velhos podem ser acometidos pelo parasito, sem apresentarem sinais cl\u00ednicos, todavia, potros (especialmente com idade inferior aos quatro meses) comumente apresentam diarreia aguda, que pode ser fatal, al\u00e9m de sinais de fraqueza e emagrecimento (BROWN et al., 2007 e TAYLOR et al., 2007).<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"has-text-align-left\"><strong><em>Trichostrongylus axei<\/em><\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-left\" style=\"text-align: justify;\"><em>Trichostrongylus axei<\/em> \u00e9 respons\u00e1vel por causar gastrite em equinos (TAYLOR et al., 2007). As les\u00f5es iniciam-se com \u00e1reas circunscritas de hiperemia na mucosa g\u00e1strica, que em seguida tornam-se inflama\u00e7\u00f5es catarrais ou linfoc\u00edticas, podendo ocorrer a eros\u00e3o do epit\u00e9lio. Al\u00e9m disso, podem surgir necroses e ulcera\u00e7\u00f5es. Vale destacar que macroscopicamente, os parasitos adultos s\u00e3o pequenos, parecidos com um fio de cabelo, de colora\u00e7\u00e3o castanha (clara) avermelhada e n\u00e3o s\u00e3o f\u00e1ceis de serem visualizados a olho nu. Por fim, o <em>Trichostrongylus axei <\/em>ganhou bastante import\u00e2ncia nos casos pelos quais equinos dividem o mesmo pasto com bovinos, uma vez que esse parasito \u00e9 comum \u00e0s duas esp\u00e9cies de hospedeiros supracitados.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"has-text-align-left\"><strong><em>Gasterophilus <\/em>spp.&nbsp;<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-left\" style=\"text-align: justify;\">O <em>Gasterophilus nasalis<\/em> \u00e9 a esp\u00e9cie mais importante deste d\u00edptero no Brasil. Quando as larvas atingem a cavidade bucal dos equinos, h\u00e1 ocorr\u00eancia de estomatite com ulcera\u00e7\u00e3o da l\u00edngua e ao chegarem ao tecido g\u00e1strico provocam rea\u00e7\u00f5es inflamat\u00f3rias, com \u00falceras consequentes. As moscas geralmente s\u00e3o robustas, com corpo bastante coberto por pelos amarelados. J\u00e1 as larvas, presentes no est\u00f4mago ou eliminadas atrav\u00e9s das fezes, s\u00e3o cil\u00edndricas e de colora\u00e7\u00e3o laranja-avermelhada.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"has-text-align-left\"><strong><em>Habronema <\/em>spp.<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-left\" style=\"text-align: justify;\">A <em>Habronema <\/em>spp. \u00e9 respons\u00e1vel pela Habronemose. De forma pr\u00e1tica, a mosca dom\u00e9stica passa a ser um hospedeiro intermedi\u00e1rio ao pousar em fezes de animais infectados, entrando contato, em seguida, com ferimentos exsudativos. Assim, a larva \u00e9 transmitida e forma-se uma ferida bastante dif\u00edcil de ser tratada e curada. Ocorrem les\u00f5es de pele em regi\u00e3o de canto interno do olho, abd\u00f4men e membros, sendo muito comum a presen\u00e7a de tecido granuloso, sem cicatriza\u00e7\u00e3o (MURO, et al., 2008).<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"has-text-align-left\"><strong><em>Dictyocaulus arnfield<\/em><\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-left\" style=\"text-align: justify;\"><em>Dictyocaulus arnfield<\/em> acomete traqueia e br\u00f4nquios dos equinos, principalmente em regi\u00f5es de lobos diafragm\u00e1ticos, podendo causar tosse cr\u00f4nica, com dif\u00edcil detec\u00e7\u00e3o de sua preval\u00eancia (URQUHART et al., 1998). O nematoda est\u00e1 distribu\u00eddo em todo o mundo e acomete especialmente animais mais velhos, entre 5 e 8 anos de idade, em per\u00edodos mais frios (CORREA, et al. 2007). Morfologicamente, <em>Dictyocaulus arnfield<\/em> apresenta colora\u00e7\u00e3o esbranqui\u00e7ada, comprimento longo e espessura fina.\u00a0<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"has-text-align-left\"><strong><em>Anoplocephala <\/em>spp. <\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-left\" style=\"text-align: justify;\">O <em>Anoplocephala<\/em> spp localiza-se no intestino delgado dos equinos (BEROZA et al., 1983; OWEN et al., 1989). Seu ciclo biol\u00f3gico inicia-se quando o parasita adulto libera proglotes com ovos nas fezes do hospedeiro e assim esses ovos s\u00e3o ingeridos por uma esp\u00e9cie de \u00e1caro, comum em pastagens e feno (TAYLOR et al., 2007). Entre dois e quatro meses dentro do organismo do \u00e1caro a larva passa a ser infectante. Dessa forma, ao se alimentarem os equinos ingerem esses \u00e1caros junto ao pasto ou feno e assim s\u00e3o acometidos. Entre os sinais cl\u00ednicos encontram-se: perda de peso, retardo de crescimento, presen\u00e7a de pelos quebradi\u00e7os e arrepiados (em jovens animais) e anemia, nos casos de cronicidade (FORTES, 1993).<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"has-text-align-left\">Preven\u00e7\u00e3o e Tratamento<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-left\" style=\"text-align: justify;\">De forma geral, as verminoses impactam na redu\u00e7\u00e3o do desempenho dos animais, sendo necess\u00e1rias medidas de preven\u00e7\u00e3o e de tratamento. Existem resultados favor\u00e1veis atrav\u00e9s da realiza\u00e7\u00e3o de manejo sanit\u00e1rio e manejo de pastagens (SEQUEIRA, 2001; MOTA et al., 2003). Al\u00e9m disso, entre as possibilidades de princ\u00edpios ativos a serem utilizados na vermifuga\u00e7\u00e3o de amplo espectro est\u00e1 o Pamoato de Pirantel, podendo ser utilizado com seguran\u00e7a em animais jovens ou durante a gesta\u00e7\u00e3o (MARTIN, 1997; BOWMAN et al., 2006).<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"has-text-align-left\"><em>Conhece o <a href=\"https:\/\/www.jasaudeanimal.com.br\/produtos\/antiparasitarios\/equijet\">Equijet<\/a> da JA Sa\u00fade Animal?<\/em><\/h2>\n\n\n\n<p style=\"text-align: justify;\">Equijet \u00e9 um antiparasit\u00e1rio em pasta, de amplo espectro de a\u00e7\u00e3o, baseado na associa\u00e7\u00e3o de dois potentes princ\u00edpios ativos anti-helm\u00ednticos: a <strong>Ivermectina<\/strong> e o <strong>Pamoato de Pirantel<\/strong>. \u00c9 indicado para o tratamento e controle de parasitoses internas em equinos. Sua atua\u00e7\u00e3o abrange todos os vermes redondos dos equinos, al\u00e9m das larvas do d\u00edptero <em>Gasterophilus <\/em>spp.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O produto atua provocando uma paralisia nos helmintos, seguida de morte e elimina\u00e7\u00e3o pelo peristaltismo. Sua administra\u00e7\u00e3o deve ser feita via oral, aplicando no fundo da boca do animal (sem a presen\u00e7a de alimentos), na dosagem de 5g para cada 100 kg de peso. Recomenda-se que seja feita a vermifuga\u00e7\u00e3o dos animais pelo menos tr\u00eas vezes ao ano, cumprindo intervalos de 4 meses entre as administra\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n\n\n\n\n\n<p style=\"text-align: left;\"><span style=\"font-size: 14px;\">Texto: Juliana Melo<\/span><br \/><span style=\"font-size: 14px;\">M\u00e9dica Veterin\u00e1ria &#8211; JA Sa\u00fade Animal<\/span><\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"has-text-align-left\"><strong><span style=\"font-size: 14px;\">Refer\u00eancias<\/span><\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p style=\"text-align: left;\"><span style=\"font-size: 12px;\">BOWMAN, D.D.; LYNN, R.C.; EBERHARD, M,L, ALCARAZ, A. <strong>Parasitologia Veterin\u00e1ria de Georgis<\/strong>, 8. ed. Tambor\u00e9: Editora Malone, 2006. 422p.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\"><span style=\"font-size: 12px;\">Brown C.C., Baker D.C. &amp; Barker I. 2007. <strong>Gastroeintestinal helminthosis<\/strong>, p.232-260. In: Maxie M.G. (Ed.), Jubb, Kennedy, and Palmer\u2019s Pathology of Domestic Animals. Vol.2. 5th ed. Saunders Elsevier, Philadelphia.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\"><span style=\"font-size: 12px;\">CNA. <strong>Pesquisa Pecu\u00e1ria Municipal 2020<\/strong>. Comunicado T\u00e9cnico. 30\u00aa ed. 2021. Dispon\u00edvel em: <a href=\"https:\/\/www.cnabrasil.org.br\/assets\/arquivos\/boletins\/Comunicado-Tecnico-CNA-ed-30_2021.pdf\">https:\/\/www.cnabrasil.org.br\/assets\/arquivos\/boletins\/Comunicado-Tecnico-CNA-ed-30_2021.pdf<\/a>. Acesso em: 17 de fev. 2022.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\"><span style=\"font-size: 12px;\">LIND E.O. AND DAN CHRISTENSSON. Anthelmintic efficacy on Parascaris equorum in foals on Swedish studs. Published: 22 November 2009. <strong>Acta Veterinaria Scandinavica<\/strong>, 2009, 51:45 doi:10.1186\/1751-0147-51-45.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\"><span style=\"font-size: 12px;\">LYONS ET, TOLLIVER SC, IONITA M, COLLINS SS: Evaluation of parasiticidal activity of fenbendazole, ivermectin, oxibendazole, and pyrantel pamoate in horse foals with emphasis on ascarids (Parascaris equorum) in field studies on five farms in Central Kentucky in 2007. <strong>Parasitol Res<\/strong>, 2008, 103:287-291.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\"><span style=\"font-size: 12px;\">MARTIN, R.J. Modes of action of anthelmintic drugs. <strong>Veterinary Journal<\/strong>, v.154, p.11-34, 1997.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\"><span style=\"font-size: 12px;\">MARTINS, N. S.; PINTO, D. M.; CUNHA, L. L. da; LIGNON, J. S.; CARDOSO, T. A. E. M.; MUELLER, A.; PAPPEN, F. G.; NIZOLI, L. Q. Ciatostom\u00edneos: uma revis\u00e3o sobre a biologia, import\u00e2ncia cl\u00ednica e controle.\u00a0<strong>Pubvet<\/strong>, [S.L.], v. 13, n. 2, p. 1-7, fev. 2019. Editora MV Valero. <a href=\"http:\/\/dx.doi.org\/10.31533\/pubvet.v13n2a266.1-7\">http:\/\/dx.doi.org\/10.31533\/pubvet.v13n2a266.1-7<\/a>. Dispon\u00edvel em: <a href=\"https:\/\/www.pubvet.com.br\/artigo\/5572\/ciatostomiacuteneos-uma-revisatildeo-sobre-a-biologia-importacircncia-cliacutenica-e-controle\">https:\/\/www.pubvet.com.br\/artigo\/5572\/ciatostomiacuteneos-uma-revisatildeo-sobre-a-biologia-importacircncia-cliacutenica-e-controle<\/a>. Acesso em: 04 fev. 2022.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\"><span style=\"font-size: 12px;\">MOLENTO, M.B. Resist\u00eancia parasit\u00e1ria em helmintos de equ\u00eddeos e propostas de manejo. <strong>Ci\u00eancia Rural<\/strong>, 2005; 35(6):1469-1477. Dispon\u00edvel em: <a href=\"https:\/\/www.scielo.br\/j\/cr\/a\/cfwScGfyXKWpwZxZXRq4ZHN\/?lang=pt\">https:\/\/www.scielo.br\/j\/cr\/a\/cfwScGfyXKWpwZxZXRq4ZHN\/?lang=pt<\/a>. Acesso em: 04 fev. 2022.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\"><span style=\"font-size: 12px;\">MOTA, A.M.; CAMPOS, A.K.; ARA\u00daJO, J.V. Controle biol\u00f3gico de helmintos parasitos de animais: est\u00e1gio atual e perspectivas futuras. <strong>Revista Pesquisa Veterin\u00e1ria Brasileira<\/strong>, v.23, n.3, p.93-100, 2003.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\"><span style=\"font-size: 12px;\">SEQUEIRA, T.C.G.O.\u00a0<strong>Parasitologia Animal: Animais De Produ\u00e7\u00e3o<\/strong>. Rio De Janeiro: Epub, 2001. 158p<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\"><span style=\"font-size: 12px;\">TAYLOR, M.A.; COOP, R.L.; WALL, R.L. <strong>Parasitologia Veterin\u00e1ria<\/strong>. 3ed. Rio de Janeiro: Editora Guanabara Koogan, 2007. 768p.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\"><span style=\"font-size: 12px;\">TRANGAY, H.A.H. <strong>Diagn\u00f3stico de parasitosis gastrointestinal por los m\u00e9todos de flotaci\u00f3n, hakarua ueno y graham modificado, en ganado mular de la aldea yulba del municipio de cuilco, huehuetenango<\/strong>. 2008. 52 f. Tese de conclus\u00e3o de curso &#8211; Universidad de San Carlos de Guatemala Facultad de Medicina Veterin\u00e1ria y Zootecnia, Guatemala, 2008.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\"><span style=\"font-size: 12px;\">URQUHART, G. M; ARMOUR, J; DUNCAN, J. L; DUNN, A. M; JENNINGS, F. W. <strong>Parasitologia Veterin\u00e1ria<\/strong>. 2\u00aa ed. Rio de Janeiro \u2013 RJ: Guanabara Koogan, 1998.<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>As verminoses em equinos podem causar diversos problemas, como: fraqueza, perda de peso, pelagem \u00e1spera e quebradi\u00e7a, c\u00f3licas e at\u00e9 mesmo a morte. Nesse contexto, medidas de preven\u00e7\u00e3o e controle s\u00e3o imprescind\u00edveis. 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