As verminoses constituem um dos principais desafios sanitários da bovinocultura, sendo responsáveis por perdas produtivas expressivas, frequentemente subestimadas em função da elevada ocorrência de infecções subclínicas. Nessas situações, os animais não apresentam sinais clínicos evidentes, como diarreia ou anemia, porém sofrem prejuízos importantes no ganho de peso, na eficiência alimentar e na produção de leite, impactando diretamente a rentabilidade dos sistemas produtivos (DELGADO et al., 2009; STOTZER et al., 2014; GRISI et al., 2014; STRYDOM et al., 2023).
O Brasil possui um dos maiores rebanhos bovinos do mundo e ocupa posição de destaque na produção e exportação de carne. Apesar da expressiva representatividade econômica da pecuária nacional, parte significativa do potencial produtivo é comprometida por enfermidades parasitárias, especialmente as verminoses gastrointestinais, que atuam de forma silenciosa e contínua sobre os índices zootécnicos, reduzindo a eficiência dos sistemas de produção a pasto predominantes no país (SAUERESSIG, 2006; GOV.BR, 2024).
A verminose subclínica é causada, principalmente, por nematódeos gastrointestinais que colonizam o trato digestivo dos bovinos sem provocar manifestações clínicas claras, mas que interferem negativamente na digestão, na absorção de nutrientes e no metabolismo energético. Estudos demonstram que mesmo infecções leves, quando não controladas, resultam em pior conversão alimentar, menor desempenho de crescimento e queda da eficiência produtiva, gerando perdas econômicas cumulativas ao longo do ciclo produtivo (GRISI et al., 2014; STRYDOM et al., 2023).
Os helmintos gastrointestinais representam um dos principais desafios sanitários da bovinocultura brasileira, sendo os gêneros Ostertagia, Haemonchus, Trichostrongylus, Cooperia, Strongyloides Nematodirus, Bunostomum, Trichostrongylus, Oesophagostomum e Trichuris, responsáveis por infecções que acometem diferentes segmentos do trato gastrointestinal, do abomaso ao intestino grosso. Esses parasitos estão associados à gastroenterite parasitária dos ruminantes, causando lesões inflamatórias, comprometimento da mucosa digestiva e alterações fisiológicas que afetam diretamente o desempenho produtivo dos animais (SILVA NETTO, 2006; TAYLOR et al., 2010).
Nesse contexto, a compreensão dos mecanismos patogênicos envolvidos nas helmintoses é fundamental para entender os prejuízos produtivos observados nos rebanhos, especialmente quando os parasitos se instalam no abomaso. A patogenia dos nematódeos que parasitam esse compartimento está associada, de forma geral, às lesões inflamatórias crônicas da mucosa abomasal provocadas pela fixação e pelo desenvolvimento dos parasitos nas glândulas gástricas. Esse processo inflamatório compromete a integridade e a funcionalidade das células parietais, resultando em redução da secreção de ácido clorídrico e consequente elevação do pH abomasal, que pode passar de valores fisiológicos próximos a 2,5 para níveis mais elevados. A alteração do pH prejudica a ativação do pepsinogênio em pepsina, interferindo diretamente na digestão de proteínas. Como consequência, ocorre diminuição da digestibilidade proteica e da absorção de nutrientes no intestino delgado, levando à hipoproteinemia, perda de peso, queda da eficiência alimentar e redução do desempenho produtivo, mesmo em infecções subclínicas, evidenciando o impacto sanitário e econômico das helmintoses gastrintestinais em bovinos (GENNARI et al., 1991; TAYLOR et al., 2010; BOWMAN, 2010).
Dentro desse cenário patológico, destacam-se os nematoides que parasitam o abomaso, um grupo de vermes redondos de elevada relevância sanitária e produtiva. Entre eles, Ostertagia ostertagi é considerada o principal agente da gastrite parasitária em bovinos, apresentando elevada patogenicidade mesmo em baixas cargas parasitárias. Sua ação interfere diretamente na secreção de ácido clorídrico, promovendo alterações do pH abomasal e prejudicando a digestão proteica, o que resulta em perda de peso, diarreias e redução da eficiência produtiva. O Haemonchus spp., parasito hematófago amplamente distribuído em regiões tropicais e subtropicais, provoca anemia profusa, edema submandibular e perda de peso, além de apresentar crescente resistência a diferentes classes de anti-helmínticos. Espécies como Trichostrongylus axei causam lesões na mucosa abomasal levando a quadros de gastroenterite, além disso, também apresenta alterações bioquímicas, como hipoalbuminemia e elevação do pepsinogênio sérico (demonstrando o alto nível de comprometimento da mucosa gástrica) (VIVEIROS, 2009; GENNARI et al., 1991).
Entre os principais parasitos que acometem o intestino delgado dos ruminantes destaca-se o gênero Cooperia spp., um dos mais comuns e prevalentes no Brasil. Os sintomas incluem perda de apetite, redução no ganho de peso, atraso no crescimento e, em infecções mais intensas, diarreia profusa. O Strongyloides papillosus pode infectar os animais por via oral, transmamária ou pela via cutânea. Esse parasita afeta as vilosidades intestinais, causando diarreia, perda de peso e anemia, e em casos de infecções graves, pode causar a morte súbita de animais jovens. O Nematodirus spp. é um nematódeo que acomete principalmente o intestino delgado, sendo mais relevante em bezerros e animais jovens. Embora menos prevalente em sistemas tropicais, pode causar enterite, diarreia e redução do ganho de peso, especialmente quando há alta contaminação das pastagens. Sua importância sanitária está relacionada à capacidade de causar prejuízos produtivos precoces, interferindo no desenvolvimento inicial dos animais. O Bunostomum spp. é um nematódeo hematófago que parasita o intestino delgado, destacando-se pela possibilidade de infecção tanto por via oral quanto pela penetração ativa das larvas pela pele. Esse parasito pode causar anemia, diarreia, perda de peso e edema, além de comprometer a conversão alimentar, sendo particularmente relevante em sistemas de criação a pasto com elevada umidade ambiental. O Trichostrongylus colubriformis, parasita o intestino delgado e está associado a quadros de enterite parasitária, caracterizados por lesões na mucosa intestinal, redução da absorção de nutrientes e queda do desempenho produtivo. Mesmo em infecções subclínicas, esse parasito contribui para perdas econômicas importantes, uma vez que compromete o ganho de peso e a eficiência alimentar dos bovinos (ROSS et al., 1967; DURO, 2010; BOWMAN, 2010; TAYLOR et al., 2010).
Já Oesophagostomum radiatum provoca a formação de nódulos na parede do intestino grosso, desencadeando processos inflamatórios intensos. Essas alterações comprometem o desenvolvimento dos animais, resultam em queda do desempenho produtivo e estão associadas à ocorrência de anemia. O Trichuris spp., conhecido como “verme chicote”, também parasita o intestino grosso dos bovinos, fixando-se profundamente à mucosa intestinal. Sua presença está associada a processos inflamatórios locais, diarreia crônica, perda de peso e atraso no desenvolvimento, sobretudo em animais jovens, podendo comprometer a eficiência produtiva mesmo em infecções de baixa intensidade (ROSS et al., 1967; DURO, 2010; BOWMAN, 2010; TAYLOR et al., 2010).
De modo geral, os danos causados pelos helmintos incluem lesões na mucosa digestiva, perda de sangue, redução da absorção de nutrientes e alterações metabólicas relevantes. A atrofia das vilosidades intestinais e o aumento da permeabilidade vascular levam à hipoproteinemia, anemia e desequilíbrios minerais, comprometendo a saúde geral, a resposta imunológica e o desempenho produtivo dos bovinos, mesmo na ausência de sinais clínicos evidentes (DA FONSECA et al., 2023).
O diagnóstico das verminoses baseia-se principalmente em exames coproparasitológicos, como a contagem de ovos por grama de fezes (OPG) e a coprocultura para identificação dos gêneros parasitários, associados à avaliação clínica e produtiva dos animais (BIANCHIN et al., 1995; DA FONSECA et al., 2023).
Grande parte dessas infecções ocorre em sistemas de criação a pasto, nos quais as pastagens desempenham papel central no ciclo biológico dos parasitos. Durante o período chuvoso, há maior contaminação ambiental, enquanto no período seco ocorre maior concentração dos parasitos nos animais, tornando esse momento estratégico para a adoção de medidas sanitárias que visem reduzir a carga parasitária e minimizar a contaminação das áreas de pastejo (SAUERESSIG, 2006).
Do ponto de vista econômico, a verminose subclínica representa um dos principais custos ocultos da pecuária. Em bovinos de corte, está associada à redução do ganho médio diário, pior conversão alimentar e menor peso ao abate, enquanto na pecuária leiteira resulta em queda da produção diária de leite e possíveis impactos indiretos sobre a eficiência reprodutiva. Estudos demonstram que animais submetidos a programas adequados de controle parasitário apresentam desempenho superior em comparação aos não tratados, evidenciando as perdas produtivas associadas às infecções subclínicas e reforçando a importância da adoção de medidas de controle (GRISI et al., 2014; STRYDOM et al., 2023).
Diante desse cenário, o controle estratégico das verminoses é fundamental e deve envolver o uso criterioso de anti-helmínticos, o monitoramento epidemiológico e práticas adequadas de manejo nutricional e de pastagens. Animais bem nutridos apresentam maior resistência imunológica, e a vermifugação estratégica, especialmente durante o período seco, permite reduzir significativamente a carga parasitária e minimizar a reinfecção durante a estação chuvosa (BIANCHIN et al., 1995; SAUERESSIG, 2006).
As avermectinas são amplamente utilizadas no tratamento das verminoses bovinas, especialmente contra nematódeos gastrointestinais, em razão de sua eficácia comprovada, elevada lipossolubilidade e ação prolongada, que favorecem maior persistência terapêutica e melhor controle das infecções subclínicas (CAMPBELL, 1989; SPINOSA et al., 1996; EMEA, 2004).
Considerando a importância do controle estratégico das verminoses, a JA Saúde Animal apresenta opções desenvolvidas para contribuir com programas de vermifugação eficientes tanto em bovinos de corte, como de leite.
A Ivermectina 1% JA é um endectocida pertencente à classe das avermectinas, que combate endo e ectoparasitas. Uma das principais características da Ivermectina 1% JA, é quea sua formulação é corrigida a 100% de B1a (fração antiparasitária da ivermectina), proporcionando uma maior eficácia, além da segurança na aplicação de animais jovens e adultos. A dosagem recomendada é de 1 mL para cada 50 Kg de peso corpóreo, administrado pela via subcutânea.
A Longamectina® Premium 3,5% JA Saúde Animal é uma solução endectocida à base de Ivermectina 3,5%, formulada especificamente para o tratamento e controle de parasitos internos e externos em bovinos. Sua formulação possui elevada concentração e ação prolongada, favorecendo uma atuação ampla sobre nematódeos gastrointestinais (como Haemonchus placei e Trichostrongylus axei), bernes (larvas de Dermatobia hominis), miíase (Cochliomyia hominivorax) e auxilia no controle de carrapatos, contribuindo para redução da carga parasitária em sistemas de produção extensiva e intensiva. A administração é realizada por via subcutânea, com dosagem de 1 mL para cada 50 kg de peso vivo. A elevada lipossolubilidade típica da ivermectina garante distribuição eficaz nos tecidos-alvo, promovendo persistência terapêutica prolongada e contribuindo para a melhoria dos parâmetros produtivos nos bovinos.
O Eprigold é a base de Eprinomectina, um antiparasitário pertencente ao grupo das lactonas macrocíclicas, desenvolvido para o controle de parasitos internos e externos em bovinos. A formulação pour-on proporciona aplicação prática e de baixo estresse para os animais, sendo especialmente indicada para vacas em lactação e bovinos confinados, já que possui como principal vantagem ser descarte zero. Possui amplo espectro de ação contra verminoses gastrointestinais (como Trichostrongylus axei, Haemonchus placei e Cooperia punctata), mosca dos chifres (Haematobia irritans) e bernes (Dermatobia hominis). A aplicação tópica ao longo da linha dorsal, na dose de 10 mL para cada 100 kg de peso vivo (equivalente a 600 µg de eprinomectina por kg), garante eficácia contra uma ampla gama de endoparasitos e ectoparasitos, além de facilitar o manejo sanitário, especialmente em rebanhos leiteiros, onde métodos menos invasivos são desejáveis. O perfil de segurança e a facilidade de uso tornam o Eprigold uma opção estratégica para programas de controle parasitário integrados, contribuindo para o bem-estar animal e a otimização da produtividade.
O Doragold é um endectocida a base de Doramectina 1%, também pertencente a classe das avermectinas, caracterizado pela elevada atividade antiparasitária e amplo espectro de ação. Atua de forma eficaz no controle de nematódeos gastrointestinais e ectoparasitos de importância econômica em bovinos, contribuindo para a redução da carga parasitária e para a melhoria do desempenho produtivo. Sua formulação favorece a distribuição sistêmica do princípio ativo, proporcionando persistência terapêutica e auxiliando no controle das infecções parasitárias subclínicas quando integrado a programas sanitários racionais. Além disso, o Doragold é seguro para utilização em bezerros recém-nascidos. A dose recomendada para bovinos é de 200 mcg/Kg de peso, aplicado por via subcutânea, sendo 1 mL para cada 50 Kg de peso corpóreo.
O Frigoboi Facilite® é um endectocida à base deabamectina 0,5 g/100 mL, pertencente à classe das avermectinas, indicado para o controle de parasitos internos e externos em bovinos. Sua formulação pour-on foi desenvolvida para facilitar o manejo sanitário no campo, proporcionando praticidade na aplicação e eficácia no controle de nematódeos gastrointestinais, além de ectoparasitos de importância econômica, contribuindo para a manutenção do desempenho produtivo dos animais. Sua formulação exclusiva favorece rápida absorção, atuando de forma eficaz contra as principais verminoses. Além disso, o Frigoboi Facilite® é altamente recomendado para utilização nos bovinos na etapa de terminação (entrada para o confinamento). O produto deve ser administrado via pour-on, na dosagem de 1 mL para cada 10 Kg de peso corpóreo, correspondente a 500 µg/Kg.
O Frigoboi Produção® também é um antiparasitário à base de abamectina 1 g/100 mL, e o que diferencia ele do Frigoboi Facilite® é a concentração do ativo, o período de carência e a via de administração, sendo o Frigoboi Produção® administrado pela via subcutânea, na dosagem de 1 mL para cada 50 Kg de peso corpóreo. Ambos os produtos são eficientes no controle dos principais endo e ectoparasitas.
O Albendathor® 10 é um anti-helmíntico à base de sulfóxido albendazol, pertencente ao grupo dos benzimidazóis, indicado para o controle de nematódeos gastrointestinais em bovinos. Atua interferindo no metabolismo energético dos parasitos, promovendo sua eliminação e auxiliando na redução das perdas produtivas associadas às verminoses, sendo uma ferramenta importante na rotação de princípios ativos em programas de controle integrado. Sua principal indicação é para a utilização em bezerros, visto que a via de administração é oral. A dose recomendada é de 1 mL para cada 20 Kg de peso corpóreo, o que corresponde a 5 mg de albendazol por Kg de peso vivo.
O Albendathor® Injetável é um anti-helmíntico sistêmico formulado também à base de sulfóxido de albendazol. Ele é considerado um dos antiparasitários mais eficazes para o controle de parasitos internos em bovinos, pois atua em diferentes fases dos parasitas (adultos, larvas e ovos). Além dos parasitas citados no texto, o Albendathor® Injetável também atua sobre a Fascíola hepática e a cisticercose. A via de administração injetável favorece a absorção do princípio ativo e contribui para a eficácia terapêutica, sendo uma alternativa estratégica em programas de manejo sanitário racional. A dosagem recomendada para eliminar vermes nematódeos gastrointestinais e pulmonares, é de 1 mL para cada 40 Kg de peso corpóreo. Já para atuar sobre trematódeos (Fasciola hepática) e cestódeos (tênias – cisticercose), a dose recomendada é de 2 mL para cada 40 Kg de peso corpóreo, sendo administrado pela via subcutânea.
O sulfóxido de albendazol, princípio ativo do Albendathor® 10 e do Albendathor® Injetável, tem como característica peculiar a absorção imediata que resulta em alto pico plasmático com altíssima eficácia, e eliminação rápida que não induz a resistência parasitária por sub dose, sendo, portanto, o princípio ativo ideal para ser usado em regiões onde a resistência parasitária é maior.
O Proverme Injetável é um anti-helmíntico de amplo espectro de ação a base de levamisol, indicado para o controle dos principais parasitos internos em bovinos. Ele também possui ação imunoestimulante, ou seja, atua como modulador do sistema imunológico. Sua utilização contribui para a redução da carga parasitária e melhora do sistema imunológico, auxiliando na preservação da saúde e na manutenção do desempenho produtivo dos animais. A dose recomendada é de 1 mL para cada 40 Kg de peso corpóreo, administrado pela via subcutânea. Em casos de altas infestações, recomenda-se dobrar a dose, ou seja, aplicar 2 mL para cada 40 Kg de peso corpóreo.
Para mais informações sobre esses e outros produtos JA Saúde Animal, entre em contato com nosso time de técnicos através do nosso site: https://www.jasaudeanimal.com.br/contato/formulario
TEXTO: ALINE M. CARVALHO (MÉDICA VETERINÁRIA)
REFERÊNCIAS
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