A castração ou orquiectomia é um dos procedimentos cirúrgicos mais comuns em equinos e apesar de ser considerada uma cirurgia simples, é alta a chance de complicações.
A castração ou orquiectomia é um dos procedimentos cirúrgicos mais comuns em equinos e apesar de ser considerada uma cirurgia simples, é alta a chance de complicações.
Sabe-se que o abdome agudo ou cólica é uma das afecções agudas mais comuns que acomete os equinos em todo o mundo (WORMSTRAND et al., 2014), sendo geralmente sanada clinicamente, porém em alguns casos, faz-se necessário a realização de cirurgia para resolução do caso (TRAUB-DARGATZ et al., 2001).
A acropostite-fimose é uma das principais afecções que acometem a extremidade prepucial dos bovinos e na maioria dos casos cursa com os seguintes sinais clínicos: prolapso da mucosa prepucial, edema, hemorragia, miíases, necrose e estenose do óstio prepucial (RABELO et al., 2008).
As dermatopatias, doenças de pele, representam aproximadamente 30 a 40% das casuísticas na clínica médica de cães e gatos. Dentre as doenças de pele existentes nesses animais, as de origem parasitária são de grande relevância, não só pela elevada casuística, mas também pelo grande potencial infecciosos para os seres humanos (LACAZ, 1967).
O hormônio responsável pela ejeção do leite é a ocitocina e a liberação deste hormônio normalmente ocorre como uma onda entre 1-2 minutos após o início do reflexo de estimulação tátil ou ambiental (LOLLIVER et al. 2002).
A diarreia nos bezerros é uma doença comum que afeta os recém-nascidos nas primeiras semanas de vida. É um dos principais causadores de perdas econômicas pelo fato de apresentarem alta morbidade e mortalidade (WEI et al., 2013),
As doenças do aparelho respiratório apresentam grande relevância nos equinos, ocupando o segundo lugar dentre as doenças que ocorrem nesta espécie, ficando atrás somente daquelas que afetam o sistema músculo esquelético.
A hipocalcemia, também conhecida como febre vitular, febre do leite ou paresia puerperal, ocorre geralmente em bovinos de alta produção de leite, de 48 horas antes até 72 horas depois do parto, sendo mais comum imediatamente depois do mesmo (RIET-CORREA, et al., 2007).